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Curso de aviação Castanhal, Pará

Encontre os cursos de aviação de Castanhal. Conheça as empresas especializadas desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

TAM Linhas Aéreas Regionais
(55) 413-1381
1
Uruguaiana, Rio Grande do Sul
 
Aldeci Alves Silva
(93) 518-1200
av Nova de Santána, 281, Com
Itaituba, Pará
 
Delta Express
(115) 011-2904
R Cambuis, 241, Jabaquara
São Paulo, São Paulo
 
Paulicopter Cia Paulista de Helicóptero Ltda
(116) 221-5222
av Olavo Fontoura, 950, Santana
São Paulo, São Paulo
 
Padrinho Aéreo Agrícola
(63) 821-3334
r 15 Novembro, 1188, qd wl 2 lt 10
Araguaína, Tocantins
 
Vaspex Cargas e Encomendas
(813) 722-2626
av Manoel Freitas, 57
Caruaru, Pernambuco
 
Rio Sul VARIG
(343) 336-1517
av Fernando Costa, 527, São Benedito
Uberaba, Minas Gerais
 
VASP Viação Aérea Paulo SA
(79) 211-7474
av Barão de Maroim, 67, São José
Aracaju, Sergipe
 
Whb Nordeste Transp Ltda
(85) 254-5158
r Barão do Rio Branco, 1071, sl 613, Centro
Fortaleza, Ceará
 
Cargotrans Transit Internacionais Ltda
(51) 587-2648
r Alberto Torres, 411, sl 304, Ouro Branco
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
 

Curso de aviação

Fornecido por: 

Mestre em recontar a história do Brasil, Marcio Souza cria em O BRASILEIRO VOADOR um divertido álbum de recortes que une os momentos marcantes na vida Alberto Santos-Dumont aos principais acontecimentos da época em que viveu o pai da aviação.

Sem pretensões de criar uma biografia oficial, mas sempre respeitando os fatos históricos, Márcio Souza dá asas a imaginação e apresenta a vida de Santos-Dumont com um senso de humor elegante e inteligente. "Este livro nasceu como argumento para um filme. Nunca pretendeu ser a biografia definitiva, oficial e inconteste de Santos Dumont" conta.

Em 1893, o mineiro Alberto Santos Dumont chega a Paris. De francês, tem apenas um sobrenome e alguns parentes. Leitor voraz de Julio Verne na infância, ele renúncia a uma vida confortável como herdeiro de uma fazenda de café em Ribeirão Preto, para conquistar, na Europa, o ar.

Financia seu primeiro vôo de balão; mais tarde, passa a construir seus próprios dirigíveis. A bordo do N° 6, contorna a Torre Eiffel, num episódio que assombra Paris, rendendo-lhe um prêmio de cem mil francos. Seu nome vira manchete de jornais e seu hangar torna-se tão concorrido quanto os ateliês de pintores da época.

Ao contrário dos irmãos Wright, que realizavam voos isolados, Santos Dumont fazia aparições públicas, atraindo as multidões. Em 1906, o lacônico inventor alça o vôo mais alto de sua carrei...

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