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Curso de Psicologia Luís Correia PI

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Faculdade Santa Cecilia
(12) 242-5755
pc Barao Do Rio Branco, 59
Pindamonhangaba, São Paulo
 
Colego Estadual Borja
(55) 431-2655
r Manoel Luiz Fagundes, 1865, São Borja
Sao Borja, Rio Grande do Sul
 
Universidade Federal RG Sul
(51) 621-1756
r Geranios, 4236, Capão Novo
Capao Novo, Rio Grande do Sul
 
Isa Soares
(115) 093-2574
al Maracatins, 1580, Moema
São Paulo, São Paulo
 
Escola Evangélica Castelo Forte
(62) 288-2210
r Onze C, 94, lot 31
Aparecida de Goiânia, Goiás
 
Centro Educacional Betel Ltda
(212) 665-1395
r Sampaio,Prof, 19, Triunfo
Queimados, Rio de Janeiro
 
Escola Infantil A Turma do Moranguinho
(313) 846-2242
r Balsamo, 83, Floresta
Coronel Fabriciano, Minas Gerais
 
Escola Pincel Mágico
(323) 531-4936
av Jesus Brandão, 360
Ubá, Minas Gerais
 
Colégio Mãe do Divino
(43) 252-4772
r Eurilemos, 1190, Centro
Arapongas, Paraná
 
Escola Estadual Batista de Oliveira
(323) 235-2464
av 7 Setembro, 64
Juiz de Fora, Minas Gerais
 

Curso de Psicologia

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Segundo recente pesquisa, ser boca suja faz bem à saúde. Embora os resultados provavelmente não impeçam os pais de lavarem as bocas de seus filhos com sabão, soltar um palavrão de boca cheia pode ser uma coisa boa.

Pelo menos essa é a conclusão de um estudo publicado na revista científica Neuro Report. De acordo com esse estudo proferir palavras de baixo calão pode ajudar a aliviar a dor. "Palavrões são únicos", afirma Timothy Jay, um psicólogo da Massachusetts College of Liberal Arts em North Adams , EUA, que estudou o papel de palavras sujas na lingüística. "Eles são mesmo o elo entre o sistema lingüístico e o sistema emocional". Afinal, xingar também é uma forma de expressar-se emocionalmente.

A inspiração para o novo estudo surgiu quando o psicólogo Richard Stephens ouviu sua esposa soltar uma linguagem chula durante as dores do parto. Então ele e seus colegas da universidade de Keele na Inglaterra conduziram um experimento para testar se professar palavras escolhidas com uma alta carga de emoção poderiam de fato mudar a quantidade de dor que as pessoas sentem. Para tanto, eles realizaram o seguinte teste: estudantes universitários (38 homens e 29 mulheres) mergulharam uma mão em água gelada (cerca de 5º Celsius) pelo tempo que conseguiram suportar, enquanto repetiam um palavrão ou uma expressão inofensiva. Antes do estudo, foi pedido que os participantes escrevessem cinco palavras que eles poderiam dizer depois de acertar o polegar com um martelo - para controlar a variedade de imundície limiar. Uma dessas escolhas servia como um palavrão, e palavras de controle foram cinco palavras que os participantes usariam para descrever uma mesa. "Uma palavra que alguém pode achar chocante e ultrajante é uma palavra que outra pessoa pode usar todos os dias", diz Stephens.

Os resultados mostraram que quando as pessoas tinham como mantra uma palavra (escolhas populares: aquelas que começam com as letras M, F, C e P), elas eram capazes de manter a mão na água gelada por mais tempo. E mais, depois de terminado, as pessoas que xingaram mais diziam ter sentido menos dor.

Stephens e seus colegas notaram algumas diferenças interessantes entre homens e mulheres. Embora xingar ajudasse ambos os sexos a manter suas mãos na água fria por mais tempo, as mulheres mencionaram uma grande diminuição na dor percebida depois do experimento. X...

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