Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Consultório de Oftalmologia Vila Velha, Espírito Santo

Encontre os consultórios de oftalmologia de Vila Velha. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Alceu de Azevedo Falcao Neto
(27) 3225-6224
Av. Ns. da Penha 367
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Henrique Tomasi Anal Clin Pat
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
CDI - Centro de Diagnóstico por Imagem
(27) 3334-1313
r José Teixeira, 509, Pr do Canto
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Cenog - Centro Medico e Odontologico Ltda
(27) 3224-5765
pça San Martin, 84, Sl 710, Pr do Canto
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Cais - Centro de Atencao Integral A Saude do Adolescente e Adulto Jovem Ltda.
(27) 3227-6302
r Neves Armond, 55, Sl 101, Pr do Suá
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Lilian Rodrigues Leitao
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Alfredo Silbermann Medicina Nuclear
273-3155
R Jose Teixeira 300 - Junto a Vila Diagnostico
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Clínica Santa Isabel
(27) 3200-3448
av César Hilal, 1325, Praia do Sua
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Cemev Centro Medico Vitoria Ltda
(27) 3345-3100
r Sarmento,Prof, 151, Praia do Suá
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Centro - Clinica Medica e Seguranca do Trabalho Ltda
(27) 3327-4758
av Adalberto Simão Nader, 1601, República
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Consultório de Oftalmologia

Fornecido por: 

Olhos vermelhos são sintomas comuns nas uveítes e nos quadros de conjuntivite, uma doença de melhor prognóstico. Daí, a importância de estabelecer um diagnóstico preciso.

"A uveíte é uma inflamação que se manifesta em toda a úvea ou em uma de suas partes. Do ponto de vista anatômico, a úvea é dividida em duas porções: a anterior, que engloba a íris e o corpo ciliar, e a posterior, constituída pela coróide que está intimamente ligada à retina. Por isso, os processos inflamatórios que atingem a coróide ou a retina se misturam. Muitas alterações que comprometem inicialmente a coróide passam a comprometer a retina e vice-versa", afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Conforme o local em que a inflamação se manifesta, a uveíte pode ser anterior, posterior ou intermediária e os sintomas variam muito de acordo com o local comprometido. Quando o comprometimento é só do segmento anterior, ou seja, da íris ou do corpo ciliar, os sinais da doença são diferentes daqueles em que há comprometimento da coróide, isto é, do segmento posterior. Na uveíte anterior aguda, os principais sintomas são hiperemia, fotofobia e, às vezes, dor.

Na uveíte posterior, com comprometimento da coróide, mesmo a aparência do olho sendo normal, o paciente pode apresentar alterações da visão. Além da hiperemia, a queixa oftalmológica que os pacientes mais apresentam é a alteração da visão. "Os pacientes se queixam da presença de uma mancha escura ou de turvação visual. Isso acontece, sobretudo, quando existe comprometimento da coróide e da retina, porque muitas células passam para o humor vítreo, que perde a transparência e a nuvem que se forma na frente da retina perturba a nitidez da visão", explica Centurion.

Diagnosticando o problema
Quando se faz o diagnóstico das uveítes, estabelecer a distinção entre uveíte anterior e posterior é fundamental para determinar as prováveis causas. O olho funciona praticamente como um gânglio e muitas manifestações que apresenta decorrem de doenças sistêmicas. Como a úvea é constituída por tecido muito semelhante ao das articulações, existe relação entre as doenças articulares - reumatológicas - e as doenças da úvea. Já foi estabelecido também um estudo epidemiológico de prevalência que indica ser importante caracterizar o grupo etário a que pertence o paciente: jovem (de zero a vinte anos), adulto-jovem (de vinte a quarenta anos) e idoso (acima de quarenta anos).

"O diagnóstico diferencial também é importante, porque existe a síndrome mascarada, com características que simulam a uveíte, mas que são manifestações de doenças sistêmicas, de metástases ou de alguns linfomas na coróide e na retina", informa o oftalmologista Edson Branzoni Leal, que também integra o corpo clínico do IMO. A causa mais freqüente de uveíte posterior é a toxoplasmose, inclusive a toxoplasmose congênita. No entant...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb