Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Consultório de Oftalmologia Mossoró, Rio Grande do Norte

Encontre os consultórios de oftalmologia de Mossoró. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Leonardo Davinci Lima Nogueira
(84) 3317-6212
R. Dionisio Filgueira 117 - (Cl Ginecologi
Mossoró, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Cesar Xavier
(84) 3614-3656
Rua Moita Bonita 2024
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Ivoni Vieira de Franca
(84) 3214-3269
Av. Tomaz Landim 88
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Amos Oliveira de Assis
(84) 3220-6317
Rua Mipibu 511
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Katia Maria da Silva Mulatinho
(84) 3222-0187
Rua Mossoró 613
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Ceci Alves Uchoa G. de Araujo
(84) 3211-3944
Av Romualdo Galvao 960
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria Elza de a B de Melo
(84) 3202-1005
Rua Joaquim Manoel 717
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Maria das Gracas Moraes de Araujo Souza
(84) 3211-1144
Av Prudente de Morais 56
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Edilza Maria Andrade Dassuncao
(84) 3231-9106
Av. Romualdo Galvao 1703
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Reginaldo Jose da Silva
(84) 3220-6317
Rua Mipibu 511
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Consultório de Oftalmologia

Fornecido por: 

Olhos vermelhos são sintomas comuns nas uveítes e nos quadros de conjuntivite, uma doença de melhor prognóstico. Daí, a importância de estabelecer um diagnóstico preciso.

"A uveíte é uma inflamação que se manifesta em toda a úvea ou em uma de suas partes. Do ponto de vista anatômico, a úvea é dividida em duas porções: a anterior, que engloba a íris e o corpo ciliar, e a posterior, constituída pela coróide que está intimamente ligada à retina. Por isso, os processos inflamatórios que atingem a coróide ou a retina se misturam. Muitas alterações que comprometem inicialmente a coróide passam a comprometer a retina e vice-versa", afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Conforme o local em que a inflamação se manifesta, a uveíte pode ser anterior, posterior ou intermediária e os sintomas variam muito de acordo com o local comprometido. Quando o comprometimento é só do segmento anterior, ou seja, da íris ou do corpo ciliar, os sinais da doença são diferentes daqueles em que há comprometimento da coróide, isto é, do segmento posterior. Na uveíte anterior aguda, os principais sintomas são hiperemia, fotofobia e, às vezes, dor.

Na uveíte posterior, com comprometimento da coróide, mesmo a aparência do olho sendo normal, o paciente pode apresentar alterações da visão. Além da hiperemia, a queixa oftalmológica que os pacientes mais apresentam é a alteração da visão. "Os pacientes se queixam da presença de uma mancha escura ou de turvação visual. Isso acontece, sobretudo, quando existe comprometimento da coróide e da retina, porque muitas células passam para o humor vítreo, que perde a transparência e a nuvem que se forma na frente da retina perturba a nitidez da visão", explica Centurion.

Diagnosticando o problema
Quando se faz o diagnóstico das uveítes, estabelecer a distinção entre uveíte anterior e posterior é fundamental para determinar as prováveis causas. O olho funciona praticamente como um gânglio e muitas manifestações que apresenta decorrem de doenças sistêmicas. Como a úvea é constituída por tecido muito semelhante ao das articulações, existe relação entre as doenças articulares - reumatológicas - e as doenças da úvea. Já foi estabelecido também um estudo epidemiológico de prevalência que indica ser importante caracterizar o grupo etário a que pertence o paciente: jovem (de zero a vinte anos), adulto-jovem (de vinte a quarenta anos) e idoso (acima de quarenta anos).

"O diagnóstico diferencial também é importante, porque existe a síndrome mascarada, com características que simulam a uveíte, mas que são manifestações de doenças sistêmicas, de metástases ou de alguns linfomas na coróide e na retina", informa o oftalmologista Edson Branzoni Leal, que também integra o corpo clínico do IMO. A causa mais freqüente de uveíte posterior é a toxoplasmose, inclusive a toxoplasmose congênita. No entant...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb