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Consultório de Oftalmologia Massapê CE

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Glauceneide de Barros Figueiredo
3226-1896
R Barao do Rio Branco 1736
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Dary Alves Oliveira
3272-8054
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Fortaleza, Ceará
Especialidade
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Dados Divulgados por
Eliane Simone Costa C Aragao
3246-8719
Av Barao de Studart 2500
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jose Pedro Menezes Silva
3267-6625
R Tomas Rodrigues 60
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Amancio de Jesus Ferreira Costa
R Vicente Padilha 512
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Ivan Nobre Rabelo
Av Oliveira Paiva. 1976
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Joao Quintino Nt
3226-9650
R Guilherme Rocha 253
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Luciana Maria Caccavo Miguel
(85) 9995-3903
Visconde de Maua 556
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dalgimar Beserra de Menezes
3231-9075
R Joao Cordeiro 1656
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria de Jesus S de Andrade
3486-6161
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

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Consultório de Oftalmologia

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Olhos vermelhos são sintomas comuns nas uveítes e nos quadros de conjuntivite, uma doença de melhor prognóstico. Daí, a importância de estabelecer um diagnóstico preciso.

"A uveíte é uma inflamação que se manifesta em toda a úvea ou em uma de suas partes. Do ponto de vista anatômico, a úvea é dividida em duas porções: a anterior, que engloba a íris e o corpo ciliar, e a posterior, constituída pela coróide que está intimamente ligada à retina. Por isso, os processos inflamatórios que atingem a coróide ou a retina se misturam. Muitas alterações que comprometem inicialmente a coróide passam a comprometer a retina e vice-versa", afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Conforme o local em que a inflamação se manifesta, a uveíte pode ser anterior, posterior ou intermediária e os sintomas variam muito de acordo com o local comprometido. Quando o comprometimento é só do segmento anterior, ou seja, da íris ou do corpo ciliar, os sinais da doença são diferentes daqueles em que há comprometimento da coróide, isto é, do segmento posterior. Na uveíte anterior aguda, os principais sintomas são hiperemia, fotofobia e, às vezes, dor.

Na uveíte posterior, com comprometimento da coróide, mesmo a aparência do olho sendo normal, o paciente pode apresentar alterações da visão. Além da hiperemia, a queixa oftalmológica que os pacientes mais apresentam é a alteração da visão. "Os pacientes se queixam da presença de uma mancha escura ou de turvação visual. Isso acontece, sobretudo, quando existe comprometimento da coróide e da retina, porque muitas células passam para o humor vítreo, que perde a transparência e a nuvem que se forma na frente da retina perturba a nitidez da visão", explica Centurion.

Diagnosticando o problema
Quando se faz o diagnóstico das uveítes, estabelecer a distinção entre uveíte anterior e posterior é fundamental para determinar as prováveis causas. O olho funciona praticamente como um gânglio e muitas manifestações que apresenta decorrem de doenças sistêmicas. Como a úvea é constituída por tecido muito semelhante ao das articulações, existe relação entre as doenças articulares - reumatológicas - e as doenças da úvea. Já foi estabelecido também um estudo epidemiológico de prevalência que indica ser importante caracterizar o grupo etário a que pertence o paciente: jovem (de zero a vinte anos), adulto-jovem (de vinte a quarenta anos) e idoso (acima de quarenta anos).

"O diagnóstico diferencial também é importante, porque existe a síndrome mascarada, com características que simulam a uveíte, mas que são manifestações de doenças sistêmicas, de metástases ou de alguns linfomas na coróide e na retina", informa o oftalmologista Edson Branzoni Leal, que também integra o corpo clínico do IMO. A causa mais freqüente de uveíte posterior é a toxoplasmose, inclusive a toxoplasmose congênita. No entant...

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