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Consultório de Oftalmologia Macapá, Amapá

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S C da Silva Lab Diagnose
(96) 223-4554
Av Raimundo a da Costa 336
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Balbino
(96) 3223-0737
Avenida 13 - de Setembro 543
Macapa, Amapá
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
R. S. Amorim - Me
(96) 3217-0333
av Mendonça Júnior, 543, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Paranhos & Vancan Fisioterapia e Odontologia Ltda
(96) 3223-8754
av Coriolano Juca, 265, Als, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
M. T. R. Goncalves - Me
(96) 3222-2360
av FAB, 1835, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
José Carlos Esteves Gondim
(96) 3217-2200
Av. Raimundo Alvares da Costa 0000 - Posto da UNIMED
Macapa, Amapá
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Joana Silva Carvalho/Hemodiagnostico
700-0705
Av. Coaracyunes 890
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
L R Fernandes Garcia
(96) 3222-1645
av Ernestino Borges, 172, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Sigma
(96) 3223-4188
av Ernestino Borges, 795
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Sociedade Beneficiente Mae Luzia S/c Ltda
(96) 3224-3293
r Rondon,Gal, 577, Laguinho
Macapá, Amapá

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Consultório de Oftalmologia

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Olhos vermelhos são sintomas comuns nas uveítes e nos quadros de conjuntivite, uma doença de melhor prognóstico. Daí, a importância de estabelecer um diagnóstico preciso.

"A uveíte é uma inflamação que se manifesta em toda a úvea ou em uma de suas partes. Do ponto de vista anatômico, a úvea é dividida em duas porções: a anterior, que engloba a íris e o corpo ciliar, e a posterior, constituída pela coróide que está intimamente ligada à retina. Por isso, os processos inflamatórios que atingem a coróide ou a retina se misturam. Muitas alterações que comprometem inicialmente a coróide passam a comprometer a retina e vice-versa", afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Conforme o local em que a inflamação se manifesta, a uveíte pode ser anterior, posterior ou intermediária e os sintomas variam muito de acordo com o local comprometido. Quando o comprometimento é só do segmento anterior, ou seja, da íris ou do corpo ciliar, os sinais da doença são diferentes daqueles em que há comprometimento da coróide, isto é, do segmento posterior. Na uveíte anterior aguda, os principais sintomas são hiperemia, fotofobia e, às vezes, dor.

Na uveíte posterior, com comprometimento da coróide, mesmo a aparência do olho sendo normal, o paciente pode apresentar alterações da visão. Além da hiperemia, a queixa oftalmológica que os pacientes mais apresentam é a alteração da visão. "Os pacientes se queixam da presença de uma mancha escura ou de turvação visual. Isso acontece, sobretudo, quando existe comprometimento da coróide e da retina, porque muitas células passam para o humor vítreo, que perde a transparência e a nuvem que se forma na frente da retina perturba a nitidez da visão", explica Centurion.

Diagnosticando o problema
Quando se faz o diagnóstico das uveítes, estabelecer a distinção entre uveíte anterior e posterior é fundamental para determinar as prováveis causas. O olho funciona praticamente como um gânglio e muitas manifestações que apresenta decorrem de doenças sistêmicas. Como a úvea é constituída por tecido muito semelhante ao das articulações, existe relação entre as doenças articulares - reumatológicas - e as doenças da úvea. Já foi estabelecido também um estudo epidemiológico de prevalência que indica ser importante caracterizar o grupo etário a que pertence o paciente: jovem (de zero a vinte anos), adulto-jovem (de vinte a quarenta anos) e idoso (acima de quarenta anos).

"O diagnóstico diferencial também é importante, porque existe a síndrome mascarada, com características que simulam a uveíte, mas que são manifestações de doenças sistêmicas, de metástases ou de alguns linfomas na coróide e na retina", informa o oftalmologista Edson Branzoni Leal, que também integra o corpo clínico do IMO. A causa mais freqüente de uveíte posterior é a toxoplasmose, inclusive a toxoplasmose congênita. No entant...

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