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Consultório de Oftalmologia Alagoinhas, Bahia

Encontre os consultórios de oftalmologia de Alagoinhas. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Grayson Amorim Tenorio
(75) 3421-1474
Rua Marechal Deodoro
Alagoinhas, Bahia
Especialidade
Foniatria

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João Lúcio Ribeiro Cruz
(75) 3422-2010
Praca Ruy Barbosa 143
Alagoinhas, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Denise Sales Moreira
713-3580
Av Acm 429 - S/302 Centro Emp Itaigara Sul
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia

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Paulo Mattos Sanjuan
(71) 3353-6222
Av Acm 585 - Centro Médico Louis Pasteur - S/103
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Estetica

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Gilson Soares Feitosa Filho
(71) 2203-8214
Praça Almeida Couto 500
Salvador, Bahia
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Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
O Bioquimico Diagnostico Laboratorial
(75) 3422-1333
Rua Vinte e Quatro de Maio 258 - Casa
Alagoinhas, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Fernando Carlos P de Queiroz Filho
(75) 3631-4310
Av Roberto Stos S/N - Shop Itaguari S301
Santo Antonio de Jesus, Bahia
Especialidade
Patologia

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Maria Áurea Sapucaia Câmera
713-3213
Av Sete de Setembro 71 - Ed Executivo S/613614 6º Andar
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Benildes Antonia de Freitas
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Salvador, Bahia
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Patologia

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Charles Fonseca
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Salvador, Bahia
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Medicina do Trabalho

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Consultório de Oftalmologia

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Olhos vermelhos são sintomas comuns nas uveítes e nos quadros de conjuntivite, uma doença de melhor prognóstico. Daí, a importância de estabelecer um diagnóstico preciso.

"A uveíte é uma inflamação que se manifesta em toda a úvea ou em uma de suas partes. Do ponto de vista anatômico, a úvea é dividida em duas porções: a anterior, que engloba a íris e o corpo ciliar, e a posterior, constituída pela coróide que está intimamente ligada à retina. Por isso, os processos inflamatórios que atingem a coróide ou a retina se misturam. Muitas alterações que comprometem inicialmente a coróide passam a comprometer a retina e vice-versa", afirma o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

Conforme o local em que a inflamação se manifesta, a uveíte pode ser anterior, posterior ou intermediária e os sintomas variam muito de acordo com o local comprometido. Quando o comprometimento é só do segmento anterior, ou seja, da íris ou do corpo ciliar, os sinais da doença são diferentes daqueles em que há comprometimento da coróide, isto é, do segmento posterior. Na uveíte anterior aguda, os principais sintomas são hiperemia, fotofobia e, às vezes, dor.

Na uveíte posterior, com comprometimento da coróide, mesmo a aparência do olho sendo normal, o paciente pode apresentar alterações da visão. Além da hiperemia, a queixa oftalmológica que os pacientes mais apresentam é a alteração da visão. "Os pacientes se queixam da presença de uma mancha escura ou de turvação visual. Isso acontece, sobretudo, quando existe comprometimento da coróide e da retina, porque muitas células passam para o humor vítreo, que perde a transparência e a nuvem que se forma na frente da retina perturba a nitidez da visão", explica Centurion.

Diagnosticando o problema
Quando se faz o diagnóstico das uveítes, estabelecer a distinção entre uveíte anterior e posterior é fundamental para determinar as prováveis causas. O olho funciona praticamente como um gânglio e muitas manifestações que apresenta decorrem de doenças sistêmicas. Como a úvea é constituída por tecido muito semelhante ao das articulações, existe relação entre as doenças articulares - reumatológicas - e as doenças da úvea. Já foi estabelecido também um estudo epidemiológico de prevalência que indica ser importante caracterizar o grupo etário a que pertence o paciente: jovem (de zero a vinte anos), adulto-jovem (de vinte a quarenta anos) e idoso (acima de quarenta anos).

"O diagnóstico diferencial também é importante, porque existe a síndrome mascarada, com características que simulam a uveíte, mas que são manifestações de doenças sistêmicas, de metástases ou de alguns linfomas na coróide e na retina", informa o oftalmologista Edson Branzoni Leal, que também integra o corpo clínico do IMO. A causa mais freqüente de uveíte posterior é a toxoplasmose, inclusive a toxoplasmose congênita. No entant...

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