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Clínica do Homem Parnamirim, Rio Grande do Norte

Encontre as clínicas do homem de Parnamirim. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Maria Thereza de Araujo Fragoso
(84) 3211-3571
Av. Campos Sales 762
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Pedro Florencio dos Santos
(84) 3201-4887
Av. Presidente Bandeira 329
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Tereza M. F. C. Fontes
(84) 3201-8000
Rua Apodi 594
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Nilma Rodrigues da Silva
(84) 3615-0700
Rua Açu 441
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Infantil Varela Santiago
(84) 3209-8200
av Mal Deodoro Fonseca, 498
Natal, Rio Grande do Norte

Dados Divulgados por
Maria Goreth F Filgueira
(84) 3234-2208
Rua Ascenso Ferreira 1938
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Natal Hospital Center
(84) 4009-1000
Afonso Pena 754
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maristela Marques Souto Falcao
(84) 3611-9727
Av. Afonso Pena 968
Natal, Rio Grande do Norte
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Antônio Prudente
(84) 3221-2946
r Pres Quaresma, 930 Alecrim
Natal, Rio Grande do Norte

Dados Divulgados por
Casa de Saúde São Lucas
(84) 3220-5433
r Maxaranguape, 614
Natal, Rio Grande do Norte

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica do Homem

Fornecido por: 

Um levantamento feito com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos, psicólogos, membros Conass e do Conasems, onde foram ouvidos cerca de 250 especialistas mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A pesquisa servirá como subsídio para a política de atenção à saúde do homem. A cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica. Dentre as barreiras culturais, o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, cita o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. O homem como provedor, não pode deixar de trabalhar para ir a um consultório. "Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos", explica o médico.

Além disso, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção. Em relação às barreiras institucionais, o levantamento mostrou que os homens não são ouvidos nos consultórios, por isso freqüentam pouco esses locais. O fato de grande parte dos serviços serem formados por profissionais mulheres, também impede que eles encontrem espaço adequado para falar sobre a vida sexual, como por exemplo, relatar uma impotência. De maneira geral faltam estratégias para sensibilizar e atrair os homens aos ambulatórios. Sobre as barreiras médicas, Cavalcanti enumera a falta de postura adequada dos profissionais de saúde e as consultas com duração muito curta. "Os médicos precisam dar mais atenção nas consultas para estabelecer uma relação médico-paciente", alerta. Como enfrentar esses aspectos para provocar a mudança de comportamento é o grande desafio da política de saúde do homem. "Será preciso desaprender e reaprender o aspecto cultural. O homem deixou de ser o machão do passado e a sociedade está reformulando o conceito de masculinidade, para isso precisaremos da ajuda da mídia", afirma o coordenador.

Será preciso também contar com a ajuda das empresas para que elas criem programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico. Em geral eles não querem deixar o horário de expediente para ir ao consultório, pois acham perda de tempo. Uma possibilidade seria a criação de selos de qualidade que atestem a empresa preocupada com a saúde do homem. Outra frente de ação serão as campanhas publicitárias voltadas para a mulher, pois elas têm um papel fundamental de convencimento. "A mulher é a maior cuidadora da saúde do homem, é ela que leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", esclarece Cavalcanti.

Dentre as doenças que mais matam o homem, até os 40 anos, estã...

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