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Clínica do Homem Marabá, Pará

Encontre as clínicas do homem de Marabá. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Katia Regina Fernandes Lopes
(94) 3324-7400
Av. Itacaiunas 1889
Marabá, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonia Farid Queiroz Ribeiro
913-2248
Av Generalissimo Deodoro 868
Belem, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Angelo Barlletta Crescente
(91) 223-8876
Belem, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria de Fatima Maia Gomes
(91) 3272-8041
Av Roberto Camelier 324
Belem, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Adriana Kalume Serruya
(91) 3249-0811
Tv 14 - de Abril 1418
Belem, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Incor Marabá
Fl 30 - Qd 05 Lotes 08 e 09
Marabá, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jovino Rodrigues de Souza
(91) 3225-4050
R Bernal do Couto 1101
Belem, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Katia Regina Fernandes Lopes
(94) 3324-7400
Av. Itacaiunas 1889
Marabá, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Sonia Maria Platilha
(91) 3224-2815
Psg Ramos 686
Belem, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Benedito Helio da Silva Queiroz
Av Duque de Caxias 762
Belem, Pará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica do Homem

Fornecido por: 

Um levantamento feito com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos, psicólogos, membros Conass e do Conasems, onde foram ouvidos cerca de 250 especialistas mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A pesquisa servirá como subsídio para a política de atenção à saúde do homem. A cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica. Dentre as barreiras culturais, o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, cita o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. O homem como provedor, não pode deixar de trabalhar para ir a um consultório. "Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos", explica o médico.

Além disso, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção. Em relação às barreiras institucionais, o levantamento mostrou que os homens não são ouvidos nos consultórios, por isso freqüentam pouco esses locais. O fato de grande parte dos serviços serem formados por profissionais mulheres, também impede que eles encontrem espaço adequado para falar sobre a vida sexual, como por exemplo, relatar uma impotência. De maneira geral faltam estratégias para sensibilizar e atrair os homens aos ambulatórios. Sobre as barreiras médicas, Cavalcanti enumera a falta de postura adequada dos profissionais de saúde e as consultas com duração muito curta. "Os médicos precisam dar mais atenção nas consultas para estabelecer uma relação médico-paciente", alerta. Como enfrentar esses aspectos para provocar a mudança de comportamento é o grande desafio da política de saúde do homem. "Será preciso desaprender e reaprender o aspecto cultural. O homem deixou de ser o machão do passado e a sociedade está reformulando o conceito de masculinidade, para isso precisaremos da ajuda da mídia", afirma o coordenador.

Será preciso também contar com a ajuda das empresas para que elas criem programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico. Em geral eles não querem deixar o horário de expediente para ir ao consultório, pois acham perda de tempo. Uma possibilidade seria a criação de selos de qualidade que atestem a empresa preocupada com a saúde do homem. Outra frente de ação serão as campanhas publicitárias voltadas para a mulher, pois elas têm um papel fundamental de convencimento. "A mulher é a maior cuidadora da saúde do homem, é ela que leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", esclarece Cavalcanti.

Dentre as doenças que mais matam o homem, até os 40 anos, estã...

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