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Clínica do Homem Itaporanga d'Ajuda SE

Encontre as clínicas do homem de Itaporanga d'Ajuda. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Antonio Carlos Celestino Santos
(79) 3214-3320
Pc Tobias Barreto 510 - Sala 902
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Joel Torres Santos
(79) 3214-4662
R Santa Luzia 575 - Sala 01
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dalva Maria de V. Ouro Reis
(79) 3214-0449
Coronel Stanley da Silveira 33 - Fundação Sao Lucas Sala 112
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Luis Carlos Andrade
(79) 3217-1499
Av. Hermes Fontes 1536
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hildebrando Goes B. Filho
(79) 3211-3220
Praça da Bandeira 465 - Sala 405
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Cynthia Figueiredo Leite
(79) 3213-0807
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hortencia Tavares Carvalho
(79) 3246-2300
R Anisio Azevedo 675 - Sala 306
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Augusto Cesar Lyra Machado
(79) 3211-7490
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Edza Almeida Franco
(79) 3221-3096
Rua Stanley Silveira 33 - Sao Lucas 33 Sao Lucas
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Katia Regina C. Franca Dantas
(79) 2107-6164
Av. Goncalo Rollemberg Leite 1490
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica do Homem

Fornecido por: 

Um levantamento feito com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos, psicólogos, membros Conass e do Conasems, onde foram ouvidos cerca de 250 especialistas mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A pesquisa servirá como subsídio para a política de atenção à saúde do homem. A cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica. Dentre as barreiras culturais, o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, cita o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. O homem como provedor, não pode deixar de trabalhar para ir a um consultório. "Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos", explica o médico.

Além disso, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção. Em relação às barreiras institucionais, o levantamento mostrou que os homens não são ouvidos nos consultórios, por isso freqüentam pouco esses locais. O fato de grande parte dos serviços serem formados por profissionais mulheres, também impede que eles encontrem espaço adequado para falar sobre a vida sexual, como por exemplo, relatar uma impotência. De maneira geral faltam estratégias para sensibilizar e atrair os homens aos ambulatórios. Sobre as barreiras médicas, Cavalcanti enumera a falta de postura adequada dos profissionais de saúde e as consultas com duração muito curta. "Os médicos precisam dar mais atenção nas consultas para estabelecer uma relação médico-paciente", alerta. Como enfrentar esses aspectos para provocar a mudança de comportamento é o grande desafio da política de saúde do homem. "Será preciso desaprender e reaprender o aspecto cultural. O homem deixou de ser o machão do passado e a sociedade está reformulando o conceito de masculinidade, para isso precisaremos da ajuda da mídia", afirma o coordenador.

Será preciso também contar com a ajuda das empresas para que elas criem programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico. Em geral eles não querem deixar o horário de expediente para ir ao consultório, pois acham perda de tempo. Uma possibilidade seria a criação de selos de qualidade que atestem a empresa preocupada com a saúde do homem. Outra frente de ação serão as campanhas publicitárias voltadas para a mulher, pois elas têm um papel fundamental de convencimento. "A mulher é a maior cuidadora da saúde do homem, é ela que leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", esclarece Cavalcanti.

Dentre as doenças que mais matam o homem, até os 40 anos, estã...

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