Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Clínica do Homem Gurupi TO

Encontre as clínicas do homem de Gurupi. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Said Ibrahim
(06) 3351-1474
Av. Sao Paulo 1188
Gurupi, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Takachi Nakano
(63) 3312-4550
R Rua Manoel da Rocha 1482 - Hosp. Sao Francisco
Gurupi, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Eduardo Antonio Faustino
(63) 3312-4550
R Rua Manoel da Rocha 1482 - Hosp. Sao Francisco
Gurupi, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Simone Maria Salazar Queiroz
(63) 3215-7373
Q 104 - Norteconj. 01 Lt. 41 Medcenter
Palmas, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Catini
(63) 3414-4831
R Rua José de Brito Soaresn. 1015 - Hospital das Clinicas
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Eduardo Antonio Faustino
(63) 3312-4550
R Rua Manoel da Rocha 1482 - Hosp. Sao Francisco
Gurupi, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Carlos Augusto Pinheiro Vallona
(63) 3316-2107
Avn Mato Grosso 1707 - Esquina com a Rua 8
Gurupi, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Eps - Ailton Luiz Falavigna
Medcenter 41 - Acneiicj. 01Lt. 41Sl. 06
Palmas, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Breno Rocha Coimbra
(63) 9201-5839
Quadra 104 Norte 000
Palmas, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Takachi Nakano
(63) 3312-4550
R Rua Manoel da Rocha 1482 - Hosp. Sao Francisco
Gurupi, Tocantins
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica do Homem

Fornecido por: 

Um levantamento feito com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos, psicólogos, membros Conass e do Conasems, onde foram ouvidos cerca de 250 especialistas mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A pesquisa servirá como subsídio para a política de atenção à saúde do homem. A cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica. Dentre as barreiras culturais, o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, cita o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. O homem como provedor, não pode deixar de trabalhar para ir a um consultório. "Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos", explica o médico.

Além disso, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção. Em relação às barreiras institucionais, o levantamento mostrou que os homens não são ouvidos nos consultórios, por isso freqüentam pouco esses locais. O fato de grande parte dos serviços serem formados por profissionais mulheres, também impede que eles encontrem espaço adequado para falar sobre a vida sexual, como por exemplo, relatar uma impotência. De maneira geral faltam estratégias para sensibilizar e atrair os homens aos ambulatórios. Sobre as barreiras médicas, Cavalcanti enumera a falta de postura adequada dos profissionais de saúde e as consultas com duração muito curta. "Os médicos precisam dar mais atenção nas consultas para estabelecer uma relação médico-paciente", alerta. Como enfrentar esses aspectos para provocar a mudança de comportamento é o grande desafio da política de saúde do homem. "Será preciso desaprender e reaprender o aspecto cultural. O homem deixou de ser o machão do passado e a sociedade está reformulando o conceito de masculinidade, para isso precisaremos da ajuda da mídia", afirma o coordenador.

Será preciso também contar com a ajuda das empresas para que elas criem programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico. Em geral eles não querem deixar o horário de expediente para ir ao consultório, pois acham perda de tempo. Uma possibilidade seria a criação de selos de qualidade que atestem a empresa preocupada com a saúde do homem. Outra frente de ação serão as campanhas publicitárias voltadas para a mulher, pois elas têm um papel fundamental de convencimento. "A mulher é a maior cuidadora da saúde do homem, é ela que leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", esclarece Cavalcanti.

Dentre as doenças que mais matam o homem, até os 40 anos, estã...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb