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Clínica do Homem Fortaleza, Ceará

Encontre as clínicas do homem de Fortaleza. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Sefora de Alencar Araripe Gurgel
3224-6470
R Jose Vilar 950
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Maria Costa Batista
3495-3813
Av Holanda 235
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hilario Ehrich de Menezes
3246-7888
Av Barao de Studart. 2360
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jacinta Maria Parente Vieira
3287-4820
Av Bezerra de Menezes 2711
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ricardo Augusto Rocha Pinto
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Luiza de Mattos B Oliveira
3272-2772
R Vicente Nogueira Braga -Vicente Braga 214
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Terceiro de Paiva Bezerra
3224-1360
R Vicente Linhares 269
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Elsie Goes Moreira
3214-1339
R Professor Anacleto 33
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Silvana Cristina S Albuquerque
Av B 690
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fabricio Andre Martins Costa
3279-5059
R Pedro Firmeza 712
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica do Homem

Fornecido por: 

Um levantamento feito com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos, psicólogos, membros Conass e do Conasems, onde foram ouvidos cerca de 250 especialistas mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A pesquisa servirá como subsídio para a política de atenção à saúde do homem. A cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica. Dentre as barreiras culturais, o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, cita o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. O homem como provedor, não pode deixar de trabalhar para ir a um consultório. "Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos", explica o médico.

Além disso, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção. Em relação às barreiras institucionais, o levantamento mostrou que os homens não são ouvidos nos consultórios, por isso freqüentam pouco esses locais. O fato de grande parte dos serviços serem formados por profissionais mulheres, também impede que eles encontrem espaço adequado para falar sobre a vida sexual, como por exemplo, relatar uma impotência. De maneira geral faltam estratégias para sensibilizar e atrair os homens aos ambulatórios. Sobre as barreiras médicas, Cavalcanti enumera a falta de postura adequada dos profissionais de saúde e as consultas com duração muito curta. "Os médicos precisam dar mais atenção nas consultas para estabelecer uma relação médico-paciente", alerta. Como enfrentar esses aspectos para provocar a mudança de comportamento é o grande desafio da política de saúde do homem. "Será preciso desaprender e reaprender o aspecto cultural. O homem deixou de ser o machão do passado e a sociedade está reformulando o conceito de masculinidade, para isso precisaremos da ajuda da mídia", afirma o coordenador.

Será preciso também contar com a ajuda das empresas para que elas criem programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico. Em geral eles não querem deixar o horário de expediente para ir ao consultório, pois acham perda de tempo. Uma possibilidade seria a criação de selos de qualidade que atestem a empresa preocupada com a saúde do homem. Outra frente de ação serão as campanhas publicitárias voltadas para a mulher, pois elas têm um papel fundamental de convencimento. "A mulher é a maior cuidadora da saúde do homem, é ela que leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", esclarece Cavalcanti.

Dentre as doenças que mais matam o homem, até os 40 anos, estã...

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