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Clínica do Homem Esperança PB

Encontre as clínicas do homem de Esperança. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jose Arnobio de Araujo
(83) 3322-1443
Av Rio Branco 394
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Deborah Rose Galvao Dantas
(83) 3322-3441
R Joao Tavares 668
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Domiciano Silva da Silveira
(83) 3321-4857
Av Presidente Epitacio Pessoa 256
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital FAP-Fundação Assistêncial PB
(83) 3334-1386
r Dr Francisco Pinto Oliveira, s/n Universitário
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Hospital Campina Grande
(83) 3341-2773
r 13 Maio, 393 Centro
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Neide Maria Cantalice Agra
(83) 3322-6054
Rua Vidal de Negreiros 164 - 1º Andar
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Adelle Bezerra Nunes
(85) 7533-4185
R Montivideo 720 - Sl 203Centro Medico San Pietro
Campina Grande, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Pedro I
(83) 3341-3082
Fernandes Vieira, 0 - José Pinheiro
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Hospital Regional de Urgência e Emergência
(83) 3310-9200
av Mal Floriano Peixoto, 1045 São José
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Hospital Memorial Rubens Dutra Segundo
(83) 3333-3854
av Mal Floriano Peixoto, 3333 Bodocongo
Campina Grande, Paraíba

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica do Homem

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Um levantamento feito com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos, psicólogos, membros Conass e do Conasems, onde foram ouvidos cerca de 250 especialistas mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A pesquisa servirá como subsídio para a política de atenção à saúde do homem. A cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica. Dentre as barreiras culturais, o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, cita o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. O homem como provedor, não pode deixar de trabalhar para ir a um consultório. "Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos", explica o médico.

Além disso, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção. Em relação às barreiras institucionais, o levantamento mostrou que os homens não são ouvidos nos consultórios, por isso freqüentam pouco esses locais. O fato de grande parte dos serviços serem formados por profissionais mulheres, também impede que eles encontrem espaço adequado para falar sobre a vida sexual, como por exemplo, relatar uma impotência. De maneira geral faltam estratégias para sensibilizar e atrair os homens aos ambulatórios. Sobre as barreiras médicas, Cavalcanti enumera a falta de postura adequada dos profissionais de saúde e as consultas com duração muito curta. "Os médicos precisam dar mais atenção nas consultas para estabelecer uma relação médico-paciente", alerta. Como enfrentar esses aspectos para provocar a mudança de comportamento é o grande desafio da política de saúde do homem. "Será preciso desaprender e reaprender o aspecto cultural. O homem deixou de ser o machão do passado e a sociedade está reformulando o conceito de masculinidade, para isso precisaremos da ajuda da mídia", afirma o coordenador.

Será preciso também contar com a ajuda das empresas para que elas criem programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico. Em geral eles não querem deixar o horário de expediente para ir ao consultório, pois acham perda de tempo. Uma possibilidade seria a criação de selos de qualidade que atestem a empresa preocupada com a saúde do homem. Outra frente de ação serão as campanhas publicitárias voltadas para a mulher, pois elas têm um papel fundamental de convencimento. "A mulher é a maior cuidadora da saúde do homem, é ela que leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", esclarece Cavalcanti.

Dentre as doenças que mais matam o homem, até os 40 anos, estã...

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