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Clínica do Homem Bayeux, Paraíba

Encontre as clínicas do homem de Bayeux. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Joaquim Paiva Martins
(83) 3244-4919
Av Presidente Epitacio Pessoa 1251 - Sl. 704Edf. Emp. Epitacio Pessoa
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Valni Ferreira da Silva
(83) 3246-3955
R R Huerta Ferreira de Melo Apt 803
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Alexandre Jorge de Andrade Negri
(83) 222-7870
Av Almirante Barroso 987
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Alberto Ivo Ferreira Soares
(83) 3222-3540
Av Francisca Moura 434 - Sl. 706
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Norma Calumbi Nobrega Dias
(83) 3226-5164
R Coronel Souza Lemos 26
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Caetano Rodriges Pita Neto
8322-4907
Av. Epitacio Pessoa 3183 - Sl/ 04
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Adriano Nunes
(83) 3222-5333
R Coronel Coralio Soares de Oliveira 433 - Sl. 102
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Valmir de Carvalho Junior
(83) 3224-0345
Av Dom Moises Coelho 204
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jorge Luiz Costa da Fonseca
(83) 222-3941
R. Francisca Moura 434
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Alexandre Henriques Gouveia Dantas
(83) 3244-8788
Av Presidente Epitacio Pessoa 475 - Sl. 314Edf. Royal Trade Center
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
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Clínica do Homem

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Um levantamento feito com as sociedades médicas brasileiras, antropólogos, psicólogos, membros Conass e do Conasems, onde foram ouvidos cerca de 250 especialistas mostrou que os homens não costumam freqüentar os consultórios por conta de três barreiras principais: cultural, institucionais e médicas.

A pesquisa servirá como subsídio para a política de atenção à saúde do homem. A cada oito consultas ginecológicas no SUS, acontece apenas uma urológica. Dentre as barreiras culturais, o coordenador da área técnica de saúde do homem do Ministério da Saúde, Ricardo Cavalcanti, cita o conceito de masculinidade vigente na sociedade, no qual o homem se julga imune às doenças, consideradas por ele sinais de fragilidade. O homem como provedor, não pode deixar de trabalhar para ir a um consultório. "Eles não reconhecem a doença como algo inerente à condição do homem, por isso acham que os serviços de saúde são destinados às mulheres, crianças e idosos", explica o médico.

Além disso, outra dificuldade é que eles não acreditam em profilaxia, o que prejudica o trabalho em prevenção. Em relação às barreiras institucionais, o levantamento mostrou que os homens não são ouvidos nos consultórios, por isso freqüentam pouco esses locais. O fato de grande parte dos serviços serem formados por profissionais mulheres, também impede que eles encontrem espaço adequado para falar sobre a vida sexual, como por exemplo, relatar uma impotência. De maneira geral faltam estratégias para sensibilizar e atrair os homens aos ambulatórios. Sobre as barreiras médicas, Cavalcanti enumera a falta de postura adequada dos profissionais de saúde e as consultas com duração muito curta. "Os médicos precisam dar mais atenção nas consultas para estabelecer uma relação médico-paciente", alerta. Como enfrentar esses aspectos para provocar a mudança de comportamento é o grande desafio da política de saúde do homem. "Será preciso desaprender e reaprender o aspecto cultural. O homem deixou de ser o machão do passado e a sociedade está reformulando o conceito de masculinidade, para isso precisaremos da ajuda da mídia", afirma o coordenador.

Será preciso também contar com a ajuda das empresas para que elas criem programas que estimulem seus funcionários a irem ao médico. Em geral eles não querem deixar o horário de expediente para ir ao consultório, pois acham perda de tempo. Uma possibilidade seria a criação de selos de qualidade que atestem a empresa preocupada com a saúde do homem. Outra frente de ação serão as campanhas publicitárias voltadas para a mulher, pois elas têm um papel fundamental de convencimento. "A mulher é a maior cuidadora da saúde do homem, é ela que leva ele ao consultório, compra e oferece remédios. É estranho, mas para que o programa seja mais efetivo, ele precisa abordar a mulher", esclarece Cavalcanti.

Dentre as doenças que mais matam o homem, até os 40 anos, estã...

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