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Clínica dermatológica Rio Branco, Acre

Encontre as clínicas dermatológicas de Rio Branco. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região,aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Gilcilene de Souza Almada Pereira de Araujo
R Rua Dom Bosco 573
Rio Branco, Acre
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clinicas Reuniodas
(68) 3223-6008
r José Melo, 107 Q.107 sL.80 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clinisaúde
(68) 3223-4054
r Mal Deodoro,690 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Med Medicina Diagnóstico
(68) 3223-3705
av Getúlio Vargas, 1940 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Consultório Médico
(68) 3222-7170
r Epaminondas Jacome, 178 Cadeia Velha
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Antonio Lisboa Carneiro Braga
(68) 3223-9023
Rua Alvorada 178 - Centro Médico/Sala 08
Rio Branco, Acre
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Clínica Centrocor
(68) 3223-5193
r Alvorada, 54 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clini Parque
(68) 3224-1077
Tv Campo do Rio Branco, 313 Capoeira
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Clínica Santa Lúcia
(68) 3224-8057
av Getúlio Vargas, 1919 s 2 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Centro Acreano de Pesquisa e Assistência Integrada
(68) 3223-5588
r Goldwasser Santos, 31 Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
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Clínica dermatológica

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Estudo demonstra que luminosidade visível pode causar lesões na pele e aponta para necessidade de fotoproteção mesmo em ambientes fechados.

Usar apenas o filtro solar ao expor-se ao sol não é mais suficiente para manter a saúde da pele. É o que mostra um estudo realizado pelo Departamento de Dermatologia do hospital Henry Ford Medical Center, nos Estados Unidos, publicado recentemente na revista científica Photochemistry and Photobiology e apresentado no último simpósio da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional São Paulo (SBD-SP).

O estudo demonstrou que a luz visível do sol, e não apenas a radiação ultravioleta, também aumenta os riscos de manchas solares, queimaduras e fotoenvelhecimento da pele. "A ciência sempre deu muita atenção para a radiação ultravioleta e seus efeitos maléficos e menos atenção aos efeitos danosos da luz visível.

Esse estudo aponta para a necessidade de uma proteção solar mais completa, que pode ser feita com o uso de bonés, chapéus, roupas e filtros solares opacos durante todo o ano, mesmo em ambientes fechados, mas com alta luminosidade (como lojas e escritórios, por exemplo)", explica o Dr. Sérgio Schalka, dermatologista membro e diretor da SBD-SP.

A luz visível é a parte dos raios solares perceptível pelo ser humano, pois é capaz de estimular a retina (todo o resto do espectro é invisível). A luz visível representa cerca de 40 a 45% do total de radiação que recebemos do sol (sem contar fontes artificiais, como as lâmpadas), enquanto a radiação ultravioleta representa de 5 a 10% e a radiação infravermelha, 50%.

O estudo comparou o impacto dos raios UVA e da luz visível na pigmentação da pele, usando uma máquina chamada monocromador, que irradia comprimentos específicos de onda, separando os raios UV e a luz visível. Os pesquisadores observaram que a duração dos pigmentos causados pela luz visível é muito maior que os causados pelos raios UVA. O primeiro leva algumas semanas para desaparecer e o segundo, 24 horas.

"A participação da luz visível já está mais estabelecida no processo de pigmentação (bronzeamento) da pele, e, consequentemente do processo de hiperpigmentação (manchas). Com isso, podemos dizer que a luz visível influencia o aparecimento de manchas como o melasma, as melanoses solares (manchas marrons comuns nas mãos e faces e normalmente chamadas de manchas senis), manchas após procedimentos dermatológicos (hipercromias residuais), manchas em cicatrizes de acne, etc", diz o Dr. Sérgio Schalka.

A pesquisa também verificou que a evolução no aparecimento   das manchas é diferente   no caso da luz visível: marrom, enquanto que a cor das manchas provocadas pelos raios UVA é inicialmente cinza e, depois de 24 horas, marrom. A luz visível provocou ainda eritema solar (vermelhidão) ao redor, enquanto que os raios UVA, não. "Apesar de ser bem menos   eritematogênico que ...

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