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Clínica dermatológica Massapê CE

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Maria Roseli M Callado
3261-7938
Av Desembargador Moreira 2120
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Ana Maria Medeiros L Melo
3261-9317
Av Santos Dumont 2626
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Leides P Albuquerque
3279-5028
R Alice 425
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria do Socorro Silveira Magalhaes
Rua Pe Luis Figueira 550
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Madison Gomes Montalverne
3226-1177
R Antonio Augusto 1271
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria Flavia Nobre Damasceno
3221-6716
R Costa Barros 1419
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Erlane Marques Ribeiro
(85) 3244-7899
R. Des. Leite Albuquerque 158 - Aldeota
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Vera Maria Sampaio Monteiro
3486-6166
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Adriana Alencar Araujo
3288-4494
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Lucia Martins de Aragao
3244-2527
R Cel Juca 1367
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Clínica dermatológica

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Estudo demonstra que luminosidade visível pode causar lesões na pele e aponta para necessidade de fotoproteção mesmo em ambientes fechados.

Usar apenas o filtro solar ao expor-se ao sol não é mais suficiente para manter a saúde da pele. É o que mostra um estudo realizado pelo Departamento de Dermatologia do hospital Henry Ford Medical Center, nos Estados Unidos, publicado recentemente na revista científica Photochemistry and Photobiology e apresentado no último simpósio da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional São Paulo (SBD-SP).

O estudo demonstrou que a luz visível do sol, e não apenas a radiação ultravioleta, também aumenta os riscos de manchas solares, queimaduras e fotoenvelhecimento da pele. "A ciência sempre deu muita atenção para a radiação ultravioleta e seus efeitos maléficos e menos atenção aos efeitos danosos da luz visível.

Esse estudo aponta para a necessidade de uma proteção solar mais completa, que pode ser feita com o uso de bonés, chapéus, roupas e filtros solares opacos durante todo o ano, mesmo em ambientes fechados, mas com alta luminosidade (como lojas e escritórios, por exemplo)", explica o Dr. Sérgio Schalka, dermatologista membro e diretor da SBD-SP.

A luz visível é a parte dos raios solares perceptível pelo ser humano, pois é capaz de estimular a retina (todo o resto do espectro é invisível). A luz visível representa cerca de 40 a 45% do total de radiação que recebemos do sol (sem contar fontes artificiais, como as lâmpadas), enquanto a radiação ultravioleta representa de 5 a 10% e a radiação infravermelha, 50%.

O estudo comparou o impacto dos raios UVA e da luz visível na pigmentação da pele, usando uma máquina chamada monocromador, que irradia comprimentos específicos de onda, separando os raios UV e a luz visível. Os pesquisadores observaram que a duração dos pigmentos causados pela luz visível é muito maior que os causados pelos raios UVA. O primeiro leva algumas semanas para desaparecer e o segundo, 24 horas.

"A participação da luz visível já está mais estabelecida no processo de pigmentação (bronzeamento) da pele, e, consequentemente do processo de hiperpigmentação (manchas). Com isso, podemos dizer que a luz visível influencia o aparecimento de manchas como o melasma, as melanoses solares (manchas marrons comuns nas mãos e faces e normalmente chamadas de manchas senis), manchas após procedimentos dermatológicos (hipercromias residuais), manchas em cicatrizes de acne, etc", diz o Dr. Sérgio Schalka.

A pesquisa também verificou que a evolução no aparecimento   das manchas é diferente   no caso da luz visível: marrom, enquanto que a cor das manchas provocadas pelos raios UVA é inicialmente cinza e, depois de 24 horas, marrom. A luz visível provocou ainda eritema solar (vermelhidão) ao redor, enquanto que os raios UVA, não. "Apesar de ser bem menos   eritematogênico que ...

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