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Clínica dermatológica Feira Grande AL

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Marlon Roberio Goncalves Fernandes
(08) 2521-2566
Rua Sao Francisco 470
Arapiraca, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Lucia Coelho Xavier
822-1217
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Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Thais de Paiva Torres Cardoso
(82) 3336-5957
R Goncalves Dias 207
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marshal Italo Barros Fontes
Rua Prof. Silveira Camerino 1065
Maceio, Alagoas
Especialidade
Genética Médica

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Otavio Cristiano Leite Cavalcante
(82) 3337-3191
Rua José Freire Moura 235 - 104
Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Adeisa Maria Toledo Lyra
(82) 3305-5025
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Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Roseana Porto Farias
(82) 3221-1447
Praça Afrênio Jorge 54 - ( Praça da Faculdade)
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Vivianne Rocha de Santa Rosa
(82) 3355-8012
R Artur Bulhoes 93
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marlon Roberio Goncalves Fernandes
(08) 2521-2566
Rua Sao Francisco 470
Arapiraca, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Martins Pinto
(08) 2221-9311
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Maceio, Alagoas
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Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Clínica dermatológica

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Estudo demonstra que luminosidade visível pode causar lesões na pele e aponta para necessidade de fotoproteção mesmo em ambientes fechados.

Usar apenas o filtro solar ao expor-se ao sol não é mais suficiente para manter a saúde da pele. É o que mostra um estudo realizado pelo Departamento de Dermatologia do hospital Henry Ford Medical Center, nos Estados Unidos, publicado recentemente na revista científica Photochemistry and Photobiology e apresentado no último simpósio da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional São Paulo (SBD-SP).

O estudo demonstrou que a luz visível do sol, e não apenas a radiação ultravioleta, também aumenta os riscos de manchas solares, queimaduras e fotoenvelhecimento da pele. "A ciência sempre deu muita atenção para a radiação ultravioleta e seus efeitos maléficos e menos atenção aos efeitos danosos da luz visível.

Esse estudo aponta para a necessidade de uma proteção solar mais completa, que pode ser feita com o uso de bonés, chapéus, roupas e filtros solares opacos durante todo o ano, mesmo em ambientes fechados, mas com alta luminosidade (como lojas e escritórios, por exemplo)", explica o Dr. Sérgio Schalka, dermatologista membro e diretor da SBD-SP.

A luz visível é a parte dos raios solares perceptível pelo ser humano, pois é capaz de estimular a retina (todo o resto do espectro é invisível). A luz visível representa cerca de 40 a 45% do total de radiação que recebemos do sol (sem contar fontes artificiais, como as lâmpadas), enquanto a radiação ultravioleta representa de 5 a 10% e a radiação infravermelha, 50%.

O estudo comparou o impacto dos raios UVA e da luz visível na pigmentação da pele, usando uma máquina chamada monocromador, que irradia comprimentos específicos de onda, separando os raios UV e a luz visível. Os pesquisadores observaram que a duração dos pigmentos causados pela luz visível é muito maior que os causados pelos raios UVA. O primeiro leva algumas semanas para desaparecer e o segundo, 24 horas.

"A participação da luz visível já está mais estabelecida no processo de pigmentação (bronzeamento) da pele, e, consequentemente do processo de hiperpigmentação (manchas). Com isso, podemos dizer que a luz visível influencia o aparecimento de manchas como o melasma, as melanoses solares (manchas marrons comuns nas mãos e faces e normalmente chamadas de manchas senis), manchas após procedimentos dermatológicos (hipercromias residuais), manchas em cicatrizes de acne, etc", diz o Dr. Sérgio Schalka.

A pesquisa também verificou que a evolução no aparecimento   das manchas é diferente   no caso da luz visível: marrom, enquanto que a cor das manchas provocadas pelos raios UVA é inicialmente cinza e, depois de 24 horas, marrom. A luz visível provocou ainda eritema solar (vermelhidão) ao redor, enquanto que os raios UVA, não. "Apesar de ser bem menos   eritematogênico que ...

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