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Clínica dermatológica Cidade Ocidental GO

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Luiz Murilo Martins de Araujo
(62) 3221-9000
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Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

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Alvaro Vitor Teixeira
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Goiania, Goiás
Especialidade
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Riolab Laboratório
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Especialidade
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Dados Divulgados por
Siderley de Souza Carneiro
(62) 3237-1700
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

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Claudiane Martins de Oliveira
(62) 3213-1616
R 9 - a 447 Lapaci
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Juliana Ribeiro Rosa
(62) 8417-5519
Rua Dna Santinha 10 - Ap1702 Pirineus
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Maria Auxiliadora de P. Cysneiro
(62) 3521-9191
R 3 - C 63
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

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Joao Damasceno Porto
(62) 3225-7988
R 286 - Clin Interativa
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

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Nestor Carvalho Furtado
(62) 3251-9060
Al Rosasdas 1223
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

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Euler de Bastos Morais
R 9a (062) 2125207
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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Clínica dermatológica

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Estudo demonstra que luminosidade visível pode causar lesões na pele e aponta para necessidade de fotoproteção mesmo em ambientes fechados.

Usar apenas o filtro solar ao expor-se ao sol não é mais suficiente para manter a saúde da pele. É o que mostra um estudo realizado pelo Departamento de Dermatologia do hospital Henry Ford Medical Center, nos Estados Unidos, publicado recentemente na revista científica Photochemistry and Photobiology e apresentado no último simpósio da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional São Paulo (SBD-SP).

O estudo demonstrou que a luz visível do sol, e não apenas a radiação ultravioleta, também aumenta os riscos de manchas solares, queimaduras e fotoenvelhecimento da pele. "A ciência sempre deu muita atenção para a radiação ultravioleta e seus efeitos maléficos e menos atenção aos efeitos danosos da luz visível.

Esse estudo aponta para a necessidade de uma proteção solar mais completa, que pode ser feita com o uso de bonés, chapéus, roupas e filtros solares opacos durante todo o ano, mesmo em ambientes fechados, mas com alta luminosidade (como lojas e escritórios, por exemplo)", explica o Dr. Sérgio Schalka, dermatologista membro e diretor da SBD-SP.

A luz visível é a parte dos raios solares perceptível pelo ser humano, pois é capaz de estimular a retina (todo o resto do espectro é invisível). A luz visível representa cerca de 40 a 45% do total de radiação que recebemos do sol (sem contar fontes artificiais, como as lâmpadas), enquanto a radiação ultravioleta representa de 5 a 10% e a radiação infravermelha, 50%.

O estudo comparou o impacto dos raios UVA e da luz visível na pigmentação da pele, usando uma máquina chamada monocromador, que irradia comprimentos específicos de onda, separando os raios UV e a luz visível. Os pesquisadores observaram que a duração dos pigmentos causados pela luz visível é muito maior que os causados pelos raios UVA. O primeiro leva algumas semanas para desaparecer e o segundo, 24 horas.

"A participação da luz visível já está mais estabelecida no processo de pigmentação (bronzeamento) da pele, e, consequentemente do processo de hiperpigmentação (manchas). Com isso, podemos dizer que a luz visível influencia o aparecimento de manchas como o melasma, as melanoses solares (manchas marrons comuns nas mãos e faces e normalmente chamadas de manchas senis), manchas após procedimentos dermatológicos (hipercromias residuais), manchas em cicatrizes de acne, etc", diz o Dr. Sérgio Schalka.

A pesquisa também verificou que a evolução no aparecimento   das manchas é diferente   no caso da luz visível: marrom, enquanto que a cor das manchas provocadas pelos raios UVA é inicialmente cinza e, depois de 24 horas, marrom. A luz visível provocou ainda eritema solar (vermelhidão) ao redor, enquanto que os raios UVA, não. "Apesar de ser bem menos   eritematogênico que ...

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