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Clínica dermatológica Araioses MA

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Angelica T. S. Ramos
(98) 231-2924
Rua Sao Pantaleao 169
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Ibraim Almeida Filho
(98) 3231-3717
Apicum 103 - Centro Médico
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Clinica Sao Rafael Ltda
(98) 3238-1552
r Quatorze, 12, Areinha
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
CUIDARE - Serviço Especializado em Reabilitação Funcional
(98) 3221-0844
Av. Getúlio Vargas, 41 - Monte Castelo
São Luís, Maranhão
Especialidade
Terapia Ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia, geriatria, neurologia

Anderson Seabra da Paixao
(98) 3088-0345
av Jerônimo de Albuquerque, 6, Lj 3 Qd 16, Cohafuma
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Romulo Augusto Moreira Lima
(98) 3232-6504
Rua 1282 - Casa
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Icem-Instituto de Cirurgia e Endoscopia
(98) 3232-3011
Rua dos Afogados 241
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
clinica de pneumologia e disturbios respiratorios do sono
(98) 3221-0816
MEDICAL CENTER JARACATY
S.LUIS, Maranhão
Especialidade
medicina do sono- pneumologia

ANALISE LABORATORIO
(99) 3525-2050
RUA HERMES DA FONSECA 1170
IMPERATRIZ, Maranhão
Especialidade
ANALISES DE AGUA E ALIMENTOS

Soneuro Ltda
(98) 3222-8201
r Passeio, 365, Centro
São Luís, Maranhão

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Clínica dermatológica

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Estudo demonstra que luminosidade visível pode causar lesões na pele e aponta para necessidade de fotoproteção mesmo em ambientes fechados.

Usar apenas o filtro solar ao expor-se ao sol não é mais suficiente para manter a saúde da pele. É o que mostra um estudo realizado pelo Departamento de Dermatologia do hospital Henry Ford Medical Center, nos Estados Unidos, publicado recentemente na revista científica Photochemistry and Photobiology e apresentado no último simpósio da Sociedade Brasileira de Dermatologia Regional São Paulo (SBD-SP).

O estudo demonstrou que a luz visível do sol, e não apenas a radiação ultravioleta, também aumenta os riscos de manchas solares, queimaduras e fotoenvelhecimento da pele. "A ciência sempre deu muita atenção para a radiação ultravioleta e seus efeitos maléficos e menos atenção aos efeitos danosos da luz visível.

Esse estudo aponta para a necessidade de uma proteção solar mais completa, que pode ser feita com o uso de bonés, chapéus, roupas e filtros solares opacos durante todo o ano, mesmo em ambientes fechados, mas com alta luminosidade (como lojas e escritórios, por exemplo)", explica o Dr. Sérgio Schalka, dermatologista membro e diretor da SBD-SP.

A luz visível é a parte dos raios solares perceptível pelo ser humano, pois é capaz de estimular a retina (todo o resto do espectro é invisível). A luz visível representa cerca de 40 a 45% do total de radiação que recebemos do sol (sem contar fontes artificiais, como as lâmpadas), enquanto a radiação ultravioleta representa de 5 a 10% e a radiação infravermelha, 50%.

O estudo comparou o impacto dos raios UVA e da luz visível na pigmentação da pele, usando uma máquina chamada monocromador, que irradia comprimentos específicos de onda, separando os raios UV e a luz visível. Os pesquisadores observaram que a duração dos pigmentos causados pela luz visível é muito maior que os causados pelos raios UVA. O primeiro leva algumas semanas para desaparecer e o segundo, 24 horas.

"A participação da luz visível já está mais estabelecida no processo de pigmentação (bronzeamento) da pele, e, consequentemente do processo de hiperpigmentação (manchas). Com isso, podemos dizer que a luz visível influencia o aparecimento de manchas como o melasma, as melanoses solares (manchas marrons comuns nas mãos e faces e normalmente chamadas de manchas senis), manchas após procedimentos dermatológicos (hipercromias residuais), manchas em cicatrizes de acne, etc", diz o Dr. Sérgio Schalka.

A pesquisa também verificou que a evolução no aparecimento   das manchas é diferente   no caso da luz visível: marrom, enquanto que a cor das manchas provocadas pelos raios UVA é inicialmente cinza e, depois de 24 horas, marrom. A luz visível provocou ainda eritema solar (vermelhidão) ao redor, enquanto que os raios UVA, não. "Apesar de ser bem menos   eritematogênico que ...

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