Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Clínica de reabilitação Luís Correia PI

Encontre as clínicas de reabilitação de Luís Correia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Clínica de Medicina e Psicologia do Tráfego
(86) 3233-4444
av Sen Área Leão, 1625, Jockey Club
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Clínica Psicocentro
(86) 3233-9553
av Homero Castelo Branco, 1418, Joquei Clube
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
CLIPSI-Clínica de Psicologia
(86) 3223-0929
r S Pedro, 1977 Sl 103, Centro
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Centro de Desenvolvimento Psicológico Ltda
(86) 3233-7233
av Lindolfo Monteiro, 813, Fátima
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Clínica Diálogo
(86) 3222-0977
r Félix Pacheco, 2008 sl 208, Centro
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Clinica Denisdéia Sotero
(86) 3221-5378
Rua Taumaturgo de Azevedo nr.2112 - Sala 04 - Espaço Diagmed
Teresina, Piauí
 
Clínica Perpétuo Socorro
(86) 3222-1542
av José Santos Silva, 1645, Centro
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Clínica de Psicologia Remédios Lages
(86) 3232-2459
r Visc de Parnaíba, 1220, Ininga
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
Clínica Francisca
(86) 3221-1043
r Coelho Resende Norte, 891, Centro
Teresina, Piauí

Dados Divulgados por
CLINICA DE PSICOLOGIA DENISDEIA SOTERO
(86) 3221-5378
Rua Taumaturgo de Azevedo nr.2112 Espaço Diagmed Fone:3221-5378
Teresina, Piauí
 
Dados Divulgados por

Clínica de reabilitação

Fornecido por: 

Novo artigo divulgado pelo CISA aponta que mulheres vítimas de estupro têm mais probabilidade de levarem a culpa se tiverem consumido álcool.

Segundo pesquisa publicada na revista científica Addictive Behaviors e recém-divulgada pelo CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool -, em casos de estupro, a presença de álcool e o tipo de resistência usada pela mulher contra o violador podem afetar a percepção dos outros em relação ao "quanto" a vítima estava disposta a participar do ato.

 

Com base neste fato, o estudo "Rape blame as a function of alcohol presence and resistance type" teve como objetivo principal investigar e comparar o ponto de vista feminino e masculino a respeito de uma situação sexual ambígua. Além disso, a pesquisa avaliou se a percepção dos respondentes seria influenciada por suas características pessoais:

 

(a) expectativas quanto ao uso de álcool (especialmente quanto aos domínios de poder, dominação e satisfação sexual)

 

(b) padrão e quantidade consumida de álcool (diária, semanal e mensal), assim como o tipo de bebida preferido e,

 

(c) o ponto de vista sobre o papel social da mulher, ou seja, se conservador ou liberal

 

Para o estudo, foi selecionada uma amostra constituída por 213 respondentes (70 homens e 143 mulheres), de faixa etária entre 18 e 23 anos. Pediu-se aos participantes que avaliassem três situações da vida diária, apresentadas na forma de vinhetas (vídeo). Eles deveriam atuar como conselheiros de emergência no caso em que uma mulher acabara de sofrer um atentado. O uso de álcool pela mulher e o tipo de defesa dela contra o atentado foram tomados como variáveis aleatórias, cuja combinação gerou quatro situações possíveis:

 

(a) consumo alto de álcool/baixa resistência

 

(b) consumo baixo de álcool/baixa resistência

 

(c) consumo baixo de álcool/alta resistência

 

(d) consumo alto de álcool/alta resistência.

 

Em cada situação, os respondentes foram solicitados a julgar a responsabilidade da vítima pelo atentado.

 

Conforme os autores, de forma geral, os agentes do estupro são reconhecidos como errados e responsáveis pelo ato. Porém, a vítima é freqüentemente responsabilizada nas situações em que o uso de álcool está presente, de tal forma que se tem a percepção de que a mulher, ao beber, esteja sexualmente disponível.

 

Já quanto às características do respondente, independente se homem ou mulher, quanto mais conservador sobre o papel social da mulher, maior o rigor em julgá-la como ré do próprio estupro. Em contrapartida, o gênero (feminino ou masculino) do respondente e suas expectativas quanto ao uso de álcool não exerceram nenhum tipo de influência quanto ao julgamento da responsabilidade da vítima. Finalmente, quanto ao...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb