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Clínica de reabilitação Itajaí, Santa Catarina

Encontre as clínicas de reabilitação de Itajaí. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Psicóloga em BLUMENAU
(47) 9612-7162
Rua frei José 180
Blumenau, Santa Catarina
 
Ana Cláudia de Souza - psicóloga e psicoterapeuta
(48) 8412-1715
Av.Rio Branco, 404, ed. Planel Towers, sala 908, Torre I
Florianópolis, Santa Catarina
 
Clínica Centrap
(47) 3433-7449
av Juscelino Kubistchek, 410 bl B Sl 508, Centro
Joinville, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Psicologa- Psicoterapeuta
(47) 8812-0026
Centro Clinico Augusta Pradi. Rua Marechal Floriano Peixoto, 350 sala 701
Blumenau, Santa Catarina
 
Alessandra Spode
(47) 3422-5938
r Alexandre Dohler, 129 s 904 an 9, Centro
Joinville, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Espaco Psicologico D' Etude Ltda
(47) 3433-1728
r Alexandre Dohler, 129, Sl 704, Centro
Joinville, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Clínica de Psicologia Infantil e Psicopedagogia
(47) 8402-0367
CELP - Centro Médico Louis Pasteur (SALA 402)
Blumenau, Santa Catarina
 
Psicoterapeuta - Fraya Tiefensee
(47) 3336-4858 - (47) 8829-8101
R. Marechal Floriano Peixoto, 350 - Centro Clínico Augusta Pradi - s.701
Blumenau, Santa Catarina
 
Espaco Vida Psicologia Clinica Ltda
(48) 3238-1454
rdv Amaro Antônio Vieira, 655, Itacorubi
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Aline Zanchi Mahieu - Psicóloga Clínica
(47) 4108-1146
Rua 3000 nº369 Apt 504
Balneário Camboriú, Santa Catarina
 
Dados Divulgados por

Clínica de reabilitação

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Novo artigo divulgado pelo CISA aponta que mulheres vítimas de estupro têm mais probabilidade de levarem a culpa se tiverem consumido álcool.

Segundo pesquisa publicada na revista científica Addictive Behaviors e recém-divulgada pelo CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool -, em casos de estupro, a presença de álcool e o tipo de resistência usada pela mulher contra o violador podem afetar a percepção dos outros em relação ao "quanto" a vítima estava disposta a participar do ato.

 

Com base neste fato, o estudo "Rape blame as a function of alcohol presence and resistance type" teve como objetivo principal investigar e comparar o ponto de vista feminino e masculino a respeito de uma situação sexual ambígua. Além disso, a pesquisa avaliou se a percepção dos respondentes seria influenciada por suas características pessoais:

 

(a) expectativas quanto ao uso de álcool (especialmente quanto aos domínios de poder, dominação e satisfação sexual)

 

(b) padrão e quantidade consumida de álcool (diária, semanal e mensal), assim como o tipo de bebida preferido e,

 

(c) o ponto de vista sobre o papel social da mulher, ou seja, se conservador ou liberal

 

Para o estudo, foi selecionada uma amostra constituída por 213 respondentes (70 homens e 143 mulheres), de faixa etária entre 18 e 23 anos. Pediu-se aos participantes que avaliassem três situações da vida diária, apresentadas na forma de vinhetas (vídeo). Eles deveriam atuar como conselheiros de emergência no caso em que uma mulher acabara de sofrer um atentado. O uso de álcool pela mulher e o tipo de defesa dela contra o atentado foram tomados como variáveis aleatórias, cuja combinação gerou quatro situações possíveis:

 

(a) consumo alto de álcool/baixa resistência

 

(b) consumo baixo de álcool/baixa resistência

 

(c) consumo baixo de álcool/alta resistência

 

(d) consumo alto de álcool/alta resistência.

 

Em cada situação, os respondentes foram solicitados a julgar a responsabilidade da vítima pelo atentado.

 

Conforme os autores, de forma geral, os agentes do estupro são reconhecidos como errados e responsáveis pelo ato. Porém, a vítima é freqüentemente responsabilizada nas situações em que o uso de álcool está presente, de tal forma que se tem a percepção de que a mulher, ao beber, esteja sexualmente disponível.

 

Já quanto às características do respondente, independente se homem ou mulher, quanto mais conservador sobre o papel social da mulher, maior o rigor em julgá-la como ré do próprio estupro. Em contrapartida, o gênero (feminino ou masculino) do respondente e suas expectativas quanto ao uso de álcool não exerceram nenhum tipo de influência quanto ao julgamento da responsabilidade da vítima. Finalmente, quanto ao...

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