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Clínica de reabilitação Goiânia, Goiás

Encontre as clínicas de reabilitação de Goiânia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Lara Pesconi- Psicóloga Hospitalar
(62) 3661-7724
r 233, 203
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Amparo Psicológico e Terapeuta Holístico
(62) 3255-9205
av 4a Radial Q 4, 895 lt 5, Jardim das Esmeraldas
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Clinica de Psicologia e Neuropsicologia Rhema
(62) 9614-4939
r 06, 370 sl 39 e 40, S. Bueno
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Apsi-Total Atendimento Psicológico
(62) 3212-8199
r 94 C Q F19, 57 lt 3, Setor Sul
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Clínica Cenarium
(62) 3212-6614
r 9 B Q H1, 129 lt 72/6, Setor Oeste
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Anima Centro Integrado Psicoterapia
(62) 3241-1995
r 119 Q F38, 290 lt 30, Setor Sul
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Centro de Psicologia Vasconcelos
(62) 3224-1525
r Da Gercina B Teixei Q F17, 98 lt 21, Setor Sul
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Clínica de Psicologia André Rey
(62) 3225-9204
al Buritis Q 84, 556 lt 66, Setor Central
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
Centro Educação Psicologia
(62) 3251-5180
av T 8 Q 60, 671 lt 1/2, Setor Bueno
Goiânia, Goiás

Dados Divulgados por
CEP-Centro de Educação e Psicologia
(62) 3274-2905
r T 30 Q 57, s/n lt 8, Setor Bueno
Goiânia, Goiás

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Clínica de reabilitação

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Novo artigo divulgado pelo CISA aponta que mulheres vítimas de estupro têm mais probabilidade de levarem a culpa se tiverem consumido álcool.

Segundo pesquisa publicada na revista científica Addictive Behaviors e recém-divulgada pelo CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool -, em casos de estupro, a presença de álcool e o tipo de resistência usada pela mulher contra o violador podem afetar a percepção dos outros em relação ao "quanto" a vítima estava disposta a participar do ato.

 

Com base neste fato, o estudo "Rape blame as a function of alcohol presence and resistance type" teve como objetivo principal investigar e comparar o ponto de vista feminino e masculino a respeito de uma situação sexual ambígua. Além disso, a pesquisa avaliou se a percepção dos respondentes seria influenciada por suas características pessoais:

 

(a) expectativas quanto ao uso de álcool (especialmente quanto aos domínios de poder, dominação e satisfação sexual)

 

(b) padrão e quantidade consumida de álcool (diária, semanal e mensal), assim como o tipo de bebida preferido e,

 

(c) o ponto de vista sobre o papel social da mulher, ou seja, se conservador ou liberal

 

Para o estudo, foi selecionada uma amostra constituída por 213 respondentes (70 homens e 143 mulheres), de faixa etária entre 18 e 23 anos. Pediu-se aos participantes que avaliassem três situações da vida diária, apresentadas na forma de vinhetas (vídeo). Eles deveriam atuar como conselheiros de emergência no caso em que uma mulher acabara de sofrer um atentado. O uso de álcool pela mulher e o tipo de defesa dela contra o atentado foram tomados como variáveis aleatórias, cuja combinação gerou quatro situações possíveis:

 

(a) consumo alto de álcool/baixa resistência

 

(b) consumo baixo de álcool/baixa resistência

 

(c) consumo baixo de álcool/alta resistência

 

(d) consumo alto de álcool/alta resistência.

 

Em cada situação, os respondentes foram solicitados a julgar a responsabilidade da vítima pelo atentado.

 

Conforme os autores, de forma geral, os agentes do estupro são reconhecidos como errados e responsáveis pelo ato. Porém, a vítima é freqüentemente responsabilizada nas situações em que o uso de álcool está presente, de tal forma que se tem a percepção de que a mulher, ao beber, esteja sexualmente disponível.

 

Já quanto às características do respondente, independente se homem ou mulher, quanto mais conservador sobre o papel social da mulher, maior o rigor em julgá-la como ré do próprio estupro. Em contrapartida, o gênero (feminino ou masculino) do respondente e suas expectativas quanto ao uso de álcool não exerceram nenhum tipo de influência quanto ao julgamento da responsabilidade da vítima. Finalmente, quanto ao...

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