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Clínica de reabilitação Glória do Goitá PE

Encontre as clínicas de reabilitação de Glória do Goitá. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Consultório de Psicologia
(81) 8631-0014
Rua Pref. Diomedes F. Melo S/N Galeria Yruama Sala Q
Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco
 
CONSULTORIO DE PSICOLOGIA DRA MARIA JOSE NUNES MAGALHAES
(81) 3721-3534
pça Coronel Francisco Santos 19 B, Centro
Caruaru, Pernambuco

Dados Divulgados por
VANIA SUELY GONZAGA TABOSA
(81) 3721-3771
r Felipe Camarão 148, Centro
Caruaru, Pernambuco

Dados Divulgados por
Consultório de Psicologia - Roberta Lopes
34295587 - 88759825 - 81190039
Av. Argentina Castelo Branco, 48 - Sala 11 - 1º Andar
Olinda, Pernambuco
 
Reis, Vânia M M S
(81) 3343-6316
av Ayrton Senna Silva, 1485 s 14, Piedade
Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco

Dados Divulgados por
Psicor
(87) 3861-8809
av Dr Fernando Menezes Góis, 87 s 103, Centro
Petrolina, Pernambuco

Dados Divulgados por
Centro de Psicologia
(81) 3723-3936
r Prof Maria Emília, 58, Centenário
Caruaru, Pernambuco

Dados Divulgados por
Consultório Dra Lúcia Teixeira
(81) 3053-0622
av Dr José Augusto Moreira, 1049, Casa Caiada
Olinda, Pernambuco

Dados Divulgados por
Lucena Consultoria Em Psicologia Ltda
(81) 2119-0024
r Marcílio Ferreira, 28, Iputinga
Recife, Pernambuco

Dados Divulgados por
GNPC-PE Grupo de Neuropsicologia e Psicologia Cognitivo-Comportamental
(81) 3231-6454
Rua Marquês de Paraná, 240, sala 4, Espinheiro.
Recife, Pernambuco
 
Dados Divulgados por

Clínica de reabilitação

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Novo artigo divulgado pelo CISA aponta que mulheres vítimas de estupro têm mais probabilidade de levarem a culpa se tiverem consumido álcool.

Segundo pesquisa publicada na revista científica Addictive Behaviors e recém-divulgada pelo CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool -, em casos de estupro, a presença de álcool e o tipo de resistência usada pela mulher contra o violador podem afetar a percepção dos outros em relação ao "quanto" a vítima estava disposta a participar do ato.

 

Com base neste fato, o estudo "Rape blame as a function of alcohol presence and resistance type" teve como objetivo principal investigar e comparar o ponto de vista feminino e masculino a respeito de uma situação sexual ambígua. Além disso, a pesquisa avaliou se a percepção dos respondentes seria influenciada por suas características pessoais:

 

(a) expectativas quanto ao uso de álcool (especialmente quanto aos domínios de poder, dominação e satisfação sexual)

 

(b) padrão e quantidade consumida de álcool (diária, semanal e mensal), assim como o tipo de bebida preferido e,

 

(c) o ponto de vista sobre o papel social da mulher, ou seja, se conservador ou liberal

 

Para o estudo, foi selecionada uma amostra constituída por 213 respondentes (70 homens e 143 mulheres), de faixa etária entre 18 e 23 anos. Pediu-se aos participantes que avaliassem três situações da vida diária, apresentadas na forma de vinhetas (vídeo). Eles deveriam atuar como conselheiros de emergência no caso em que uma mulher acabara de sofrer um atentado. O uso de álcool pela mulher e o tipo de defesa dela contra o atentado foram tomados como variáveis aleatórias, cuja combinação gerou quatro situações possíveis:

 

(a) consumo alto de álcool/baixa resistência

 

(b) consumo baixo de álcool/baixa resistência

 

(c) consumo baixo de álcool/alta resistência

 

(d) consumo alto de álcool/alta resistência.

 

Em cada situação, os respondentes foram solicitados a julgar a responsabilidade da vítima pelo atentado.

 

Conforme os autores, de forma geral, os agentes do estupro são reconhecidos como errados e responsáveis pelo ato. Porém, a vítima é freqüentemente responsabilizada nas situações em que o uso de álcool está presente, de tal forma que se tem a percepção de que a mulher, ao beber, esteja sexualmente disponível.

 

Já quanto às características do respondente, independente se homem ou mulher, quanto mais conservador sobre o papel social da mulher, maior o rigor em julgá-la como ré do próprio estupro. Em contrapartida, o gênero (feminino ou masculino) do respondente e suas expectativas quanto ao uso de álcool não exerceram nenhum tipo de influência quanto ao julgamento da responsabilidade da vítima. Finalmente, quanto ao...

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