Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Clínica de reabilitação Almirante Tamandaré, Paraná

Encontre as clínicas de reabilitação de Almirante Tamandaré. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Casulo Clinica de Psicologia S/s
(41) 3233-0843
r Paula Gomes, 864, Tr, São Francisco
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Clinica de Psicologia Aurea Santin Castoldi Ltda
(41) 3336-3238
r Anchieta,Pe, 1691, Sl 1105, Bigorrilho
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Amanapaz Psicologia Integrada S/s Ltda
(41) 3018-2877
r Atílio Bório, 456, Cristo Rei
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Cepef Centro de Psicoterapia Familiar S/c Ltda
(41) 3222-0755
r Araújo,Comend, 510, Cj 404, Centro
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Clínica Lausanne S/C Ltda
(41) 3264-5011
r Ubaldino do Amaral, 256, Alto da Glória
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Analise - Clinica de Psicologia e Psicanalise S/s. Ltda
(41) 3224-3985
r Dulcídio,Cel, 540, Batel
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Campos & Cordeiro Psicologos Associados Ltda
(41) 3029-2043
av Sete de Setembro, 4884, Sl 608, Batel
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Ana Giaxa Psicologia Aplicada Ltda
(41) 3243-6084
av Getúlio Vargas,Pres, 2932, Cj 606, Água Verde
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Fernanda Cidral
(41) 3366-6696
r Anchieta,Pe, 1691, Bigorrilho
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Centro do Ser Psicologos Associados S/s Ltda
(41) 3233-7364
r Rio Branco,Visc, 449, Mercês
Curitiba, Paraná

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica de reabilitação

Fornecido por: 

Novo artigo divulgado pelo CISA aponta que mulheres vítimas de estupro têm mais probabilidade de levarem a culpa se tiverem consumido álcool.

Segundo pesquisa publicada na revista científica Addictive Behaviors e recém-divulgada pelo CISA - Centro de Informações sobre Saúde e Álcool -, em casos de estupro, a presença de álcool e o tipo de resistência usada pela mulher contra o violador podem afetar a percepção dos outros em relação ao "quanto" a vítima estava disposta a participar do ato.

 

Com base neste fato, o estudo "Rape blame as a function of alcohol presence and resistance type" teve como objetivo principal investigar e comparar o ponto de vista feminino e masculino a respeito de uma situação sexual ambígua. Além disso, a pesquisa avaliou se a percepção dos respondentes seria influenciada por suas características pessoais:

 

(a) expectativas quanto ao uso de álcool (especialmente quanto aos domínios de poder, dominação e satisfação sexual)

 

(b) padrão e quantidade consumida de álcool (diária, semanal e mensal), assim como o tipo de bebida preferido e,

 

(c) o ponto de vista sobre o papel social da mulher, ou seja, se conservador ou liberal

 

Para o estudo, foi selecionada uma amostra constituída por 213 respondentes (70 homens e 143 mulheres), de faixa etária entre 18 e 23 anos. Pediu-se aos participantes que avaliassem três situações da vida diária, apresentadas na forma de vinhetas (vídeo). Eles deveriam atuar como conselheiros de emergência no caso em que uma mulher acabara de sofrer um atentado. O uso de álcool pela mulher e o tipo de defesa dela contra o atentado foram tomados como variáveis aleatórias, cuja combinação gerou quatro situações possíveis:

 

(a) consumo alto de álcool/baixa resistência

 

(b) consumo baixo de álcool/baixa resistência

 

(c) consumo baixo de álcool/alta resistência

 

(d) consumo alto de álcool/alta resistência.

 

Em cada situação, os respondentes foram solicitados a julgar a responsabilidade da vítima pelo atentado.

 

Conforme os autores, de forma geral, os agentes do estupro são reconhecidos como errados e responsáveis pelo ato. Porém, a vítima é freqüentemente responsabilizada nas situações em que o uso de álcool está presente, de tal forma que se tem a percepção de que a mulher, ao beber, esteja sexualmente disponível.

 

Já quanto às características do respondente, independente se homem ou mulher, quanto mais conservador sobre o papel social da mulher, maior o rigor em julgá-la como ré do próprio estupro. Em contrapartida, o gênero (feminino ou masculino) do respondente e suas expectativas quanto ao uso de álcool não exerceram nenhum tipo de influência quanto ao julgamento da responsabilidade da vítima. Finalmente, quanto ao...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb