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Clínica de Hematologia Sinop, Mato Grosso

Encontre as clínicas de hematologia de Sinop. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Eliane Solange de Souza Pires
(65) 3617-1688
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Naíra Domingos Sé
(65) 3322-2504
Rua Rua dos Líriosº 525
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Centro de Hematologia e Hemoterapia de MT
(65) 3621-6667
Rua Maria do Carmo Rego,23
Cuiabá, Mato Grosso
Especialidade
hematologia e hemoterapia

Clínica Genus Ltda
(65) 3642-4742
av Aclimação, 508, Bsq da Saúde
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Antônio M Silva
(65) 3321-4451
r Joaquim Murtinho, 940 Centro Sul
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Diogenes Garrio Carvaho
(66) 3426-5085
Papoulas 444 - Bl1 Casa 7
Rondonopolis, Mato Grosso
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Dr. Hélio Cerávolo
(66) 3421-7826
Rua Rui Barbosa, 2014
Rondonópolis, Mato Grosso
Especialidade
DERMATOLOGISTA

Ângela Cristina Fanzeres Monteiro Fortes
(65) 3621-1806
r Dr Clóvis Corrêa Costa, s/n c 201
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Audimet Auditoria em Saúde e Medicina do Trabalho
(65) 3321-8725
r Des José Mesquita, 303 Araés
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
ALLORA CENTRO MEDICO DE LASER
(65) 3052-0322
AV. SENADOR FILINTO MULLER 274
CUIABÁ, Mato Grosso
Especialidade
LASER E ESTETICA

Dados Divulgados por

Clínica de Hematologia

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O maior risco é a hipoglicemia moderada que não é percebida por 50% dos diabéticos e altera a capacidade de dirigir em 35% dos portadores.

Acidentes de trânsito são o segundo maior problema de saúde pública no Brasil e só perdem para a desnutrição segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). Respondem por um custo anual de R$ 24,6 bilhões ao país conforme estudo do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).

Para Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier e diretor médico do Banco de Olhos de Campinas, o diabetes pode aumentar ainda mais o número de acidentes no país, considerando a prevalência da doença que hoje atinge 10 milhões de brasileiros e deve chegar a 16,5 milhões de portadores em 2025.

Perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego) o oftalmologista explica que ao contrário do que se possa imaginar, entre diabéticos o perigo de acidentes não está relacionado á hiperglicemia, aumento da glicose no sangue que caracteriza a doença.

O maior risco é a hipoglicemia, queda repentina da glicose na corrente sanguínea. Isso porque, o tempo entre o sintoma e a necessidade de correção é muito curto e a queda leve de glicemia não é percebida por 50% dos diabéticos apesar de reduzir a capacidade de dirigir em 35% dos portadores.

Além disso, só 3 em cada 10 motoristas param de trafegar quando percebem os sintomas, comenta.   O problema, observa, é mais comum na fase de adaptação ao medicamento, mas também pode ocorrer por irregularidade nos horários de alimentação ou excesso de exercício físico e em casos extremos colocar a vida do diabético em risco.

As falhas mais comuns na direção decorrentes da hipoglicemia leve são os desvios de direção, guinadas, saídas da pista, excesso de velocidade, condução lenta e freadas ou acelerações bruscas.

O especialista afirma que os sinais da hipogli...

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