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Clínica de Hematologia Castanhal, Pará

Encontre as clínicas de hematologia de Castanhal. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Maria de Fatima Mesquita Jorge Joao
Trav.Ove de Janeiro 2110 - Sala 1601Ed. Wall Street
Belem, Pará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Fernando Antonio Martins
(91) 3236-4186
Av. Duque de Caxias 1540
Belem, Pará
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Diana Ecila Tavares Acatauassu Teixeira
913-2424
Tv Quatorze de Marco 1299
Belem, Pará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Manoel de Almeida Moreira
(91) 223-0692
Rua Antonio Barreto 380
Belem, Pará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
FISIOESP
(93) 3522-3282
Av. Mendonça Furtado, clínica vitale,1589, sala 12
Santarém, Pará
Especialidade
FISIOTERAPIA

Mario Fernando Ribeiro de Miranda
(91) 241-1048
Av Alm Wandenkolk 1243 - Sala 704
Belem, Pará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Anatomo Patologistas Associados S/A
R Ferreira Cantao 454 - S/2
Belem, Pará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Priscilla Leite Dias
(91) 3222-6145
R Ferreira Cantao 454 - Sala 01
Belem, Pará
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Sociedade de Anestesiologiado Estado do Pará
(91) 3249-8329
r Pariquis, 3001 s 1202
Belém, Pará

Dados Divulgados por
AC-CET: Centro de Especialidades Terapêuticas
(91) 3031-6834
Tv. Padre Eutíquio, pass Fiúza, nº 06
Belém, Pará
Especialidade
Fonoaudiólogos

Dados Divulgados por

Clínica de Hematologia

Fornecido por: 

O maior risco é a hipoglicemia moderada que não é percebida por 50% dos diabéticos e altera a capacidade de dirigir em 35% dos portadores.

Acidentes de trânsito são o segundo maior problema de saúde pública no Brasil e só perdem para a desnutrição segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). Respondem por um custo anual de R$ 24,6 bilhões ao país conforme estudo do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).

Para Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier e diretor médico do Banco de Olhos de Campinas, o diabetes pode aumentar ainda mais o número de acidentes no país, considerando a prevalência da doença que hoje atinge 10 milhões de brasileiros e deve chegar a 16,5 milhões de portadores em 2025.

Perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego) o oftalmologista explica que ao contrário do que se possa imaginar, entre diabéticos o perigo de acidentes não está relacionado á hiperglicemia, aumento da glicose no sangue que caracteriza a doença.

O maior risco é a hipoglicemia, queda repentina da glicose na corrente sanguínea. Isso porque, o tempo entre o sintoma e a necessidade de correção é muito curto e a queda leve de glicemia não é percebida por 50% dos diabéticos apesar de reduzir a capacidade de dirigir em 35% dos portadores.

Além disso, só 3 em cada 10 motoristas param de trafegar quando percebem os sintomas, comenta.   O problema, observa, é mais comum na fase de adaptação ao medicamento, mas também pode ocorrer por irregularidade nos horários de alimentação ou excesso de exercício físico e em casos extremos colocar a vida do diabético em risco.

As falhas mais comuns na direção decorrentes da hipoglicemia leve são os desvios de direção, guinadas, saídas da pista, excesso de velocidade, condução lenta e freadas ou acelerações bruscas.

O especialista afirma que os sinais da hipogli...

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