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Clínica de Hematologia Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Encontre as clínicas de hematologia de Campo Grande. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Mais Campo Grande Ms
(67) 3322-2100
Pedro Celestino 2670
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Centro Urologico Urovida
(67) 8126-8565
r Abrão Júliorahe, 1440 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Celso Tabosa, Dr./Ultra-Sonografia Monte Líbano
(67) 3027-6137
r 7 Setembro, 1150 Centro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Clínica Alvorecer
(67) 3326-1461
r Goiás, 1210 Vila Paraíso
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Ana Paula Lanza Paes-Pediatra Neonatologista
(67) 3327-0129
r Mar Antilhas, 19 Chácara Cachoeira
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Lucia Maia Peron
(67) 3325-4041
R Rua da Paz 561 - Sala 04
Campo Grande, Mato Grosso do Sul
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Clínica Bittencourt
(67) 3324-2211
r 7 de Setembro, 2500 Vila XV de Novembro
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
CFIPS
(67) 3321-6760
r Bahia, 812 Jardim dos Estados
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Clínico Saúde Integrada
(67) 3321-2600
r 26 Agosto, 2070 Amambaí
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Dados Divulgados por
Centro Medico Jorge Abri
(67) 3321-8921
r Antônio Maria Coelho, 2912 Vila da Saúde
Campo Grande, Mato Grosso do Sul

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Clínica de Hematologia

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O maior risco é a hipoglicemia moderada que não é percebida por 50% dos diabéticos e altera a capacidade de dirigir em 35% dos portadores.

Acidentes de trânsito são o segundo maior problema de saúde pública no Brasil e só perdem para a desnutrição segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde). Respondem por um custo anual de R$ 24,6 bilhões ao país conforme estudo do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas).

Para Leôncio Queiroz Neto, oftalmologista do Instituto Penido Burnier e diretor médico do Banco de Olhos de Campinas, o diabetes pode aumentar ainda mais o número de acidentes no país, considerando a prevalência da doença que hoje atinge 10 milhões de brasileiros e deve chegar a 16,5 milhões de portadores em 2025.

Perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego) o oftalmologista explica que ao contrário do que se possa imaginar, entre diabéticos o perigo de acidentes não está relacionado á hiperglicemia, aumento da glicose no sangue que caracteriza a doença.

O maior risco é a hipoglicemia, queda repentina da glicose na corrente sanguínea. Isso porque, o tempo entre o sintoma e a necessidade de correção é muito curto e a queda leve de glicemia não é percebida por 50% dos diabéticos apesar de reduzir a capacidade de dirigir em 35% dos portadores.

Além disso, só 3 em cada 10 motoristas param de trafegar quando percebem os sintomas, comenta.   O problema, observa, é mais comum na fase de adaptação ao medicamento, mas também pode ocorrer por irregularidade nos horários de alimentação ou excesso de exercício físico e em casos extremos colocar a vida do diabético em risco.

As falhas mais comuns na direção decorrentes da hipoglicemia leve são os desvios de direção, guinadas, saídas da pista, excesso de velocidade, condução lenta e freadas ou acelerações bruscas.

O especialista afirma que os sinais da hipogli...

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