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Clínica Odontológica Sinop, Mato Grosso

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Thissiana Q Barros
(81) 3221-6402
Rua Progresso 269 s 202
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Gerardo de Araújo Mendonça
(85) 3253-4395
Av Visc Rio Branco 2604
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Leandro Bezerra Dias
(63) 3571-2536
Av Tocantins Q 18 s/n lt 1 s 8
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Elizabeth M F C Melo
(81) 3325-4449
Av Eng Domingos Ferreira 636 s 108
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Claúdia R. Henneberg
(42) 3222-0360
Rua Br Cerro Azul 830
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Amaral Gonçalves
(31) 3848-1796
Rua Pe Zanor 9 sl 108
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Claudionor N Oliveira
(98) 3664-6067
Av João Castelo s/n
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Vanessa F Neermann
(47) 3427-6545
Rua das Cegonhas 109
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Cezar Antônio Pedrassani
(49) 3563-0545
Rua Anita Garibaldi 424
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Fabrício Olmo Cardoso-Consultório
(28) 3521-1378
Pc Pedro Cuevas Júnior 17 s 106
Sinop, Mato Grosso
Especialidade
Odontologia

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Clínica Odontológica

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O mesmo inseto que produz uma das maiores fontes de cárie guarda o segredo para acabar com ela. O própolis, resina fabricada pelas abelhas para proteger as colméias, também é capaz de eliminar as bactérias que se alojam na boca do ser humano.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram nessa poderosa resina natural mais uma arma: a prevenção da cárie bucal e o estímulo à fabricação de saliva, que ajuda no tratamento de pessoas com câncer. O estudo é da Faculdade de Odontologia da UFMG e foi apresentado durante a Semana do Conhecimento e da Cultura da UFMG 2008. Se as pessoas a usam para cicatrização e inflamação, por que não testá-la nas doenças bucais? A pergunta foi o ponto de partida para o estudo sobre a própolis. Em 1996, o grupo de pesquisadores formado por alunos de mestrado em odontologia, iniciação científica e do curso de farmácia e física da universidade, recolheu cerca de 14 amostras do extrato da resina comercializados no mercado de Minas Gerais.

O primeiro teste, in vitro, descobriu o poder do produto das abelhas sobre a Cândida albicans, popularmente conhecida como sapinho, comuns na boca, principalmente de bebês, e no peito de mães que estão amamentando, além disso, primeiro sintoma de portadores de HIV. Comparando a eficiência da matéria-prima com outros antibióticos, o resultado foi surpreendente. "O uso do extrato para combater esse fungo foi excelente e teve uma potência maior que os outros medicamentos usuais", conta o cirurgião dentista, professor e pesquisador da Faculdade de Odontologia da UFMG, Vagner Rodrigues dos Santos. Com o bom resultado da pesquisa, outro passo foi dado pelos pesquisadores que, depois de análises, levantaram uma suspeita: se a própolis é usada pelas abelhas para proteger as colméias contra invasão de outros corpos, sendo capaz de mumificá-los, a resina mata microorganismo.

Para constatar o que suspeitavam, eles começaram, em 2000, testes com seres humanos. O primeiro foi com pessoas com a Cândida albicans. "Cerca de 20 pacientes fizeram durante 10 dias o tratamento com o extrato, enquanto outros 15 utilizaram antibióticos comuns. Passado o prazo, 90% dos primeiros não tinham mais nada, o que não aconteceu com o outro grupo, que teve de continuar a medicação por mais cinco dias. Constatamos que a resina é até melhor", conclui. Em outra experiência, eles recolheram 1 miligrama da ...

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