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Clínica Odontológica João Pessoa, Paraíba

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Wilson Bambirra Jr
(31) 3474-0088
Av Abílio Machado 2305
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Milton Ferreira de Oliveira
(86) 3233-4500
Av Elias João Tajra 1307
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Sérgio Recepute Gouvea
(32) 3421-2591
Rua Nogueira Neves 144 sl 1
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Patrick Alessandro Kuhn
(47) 3359-1391
Av Paulo VI 200 s 1
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Rafael Monteiro de Almeida-Dentista
(43) 3327-7042
Av Arthur Thomás 700 sl 3
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Milton C S Nogueira
(38) 3221-7915
Rua D Pedro II 370 s 205
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Sérgio R Nascimento
(35) 3551-2510
Rua Pereira Nascimento 291
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Osias Amorim
(21) 3271-6313
Rua Cerqueira Daltro 157 s 413
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Silas A Magalhães
(35) 3283-1336
Av Dr Lélio Almeida 140
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

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Roosevelt José Messias
(31) 3398-2074
Rua Joaquim Camargos 140 s 1
Joao Pessoa, Paraíba
Especialidade
Odontologia

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Clínica Odontológica

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O mesmo inseto que produz uma das maiores fontes de cárie guarda o segredo para acabar com ela. O própolis, resina fabricada pelas abelhas para proteger as colméias, também é capaz de eliminar as bactérias que se alojam na boca do ser humano.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram nessa poderosa resina natural mais uma arma: a prevenção da cárie bucal e o estímulo à fabricação de saliva, que ajuda no tratamento de pessoas com câncer. O estudo é da Faculdade de Odontologia da UFMG e foi apresentado durante a Semana do Conhecimento e da Cultura da UFMG 2008. Se as pessoas a usam para cicatrização e inflamação, por que não testá-la nas doenças bucais? A pergunta foi o ponto de partida para o estudo sobre a própolis. Em 1996, o grupo de pesquisadores formado por alunos de mestrado em odontologia, iniciação científica e do curso de farmácia e física da universidade, recolheu cerca de 14 amostras do extrato da resina comercializados no mercado de Minas Gerais.

O primeiro teste, in vitro, descobriu o poder do produto das abelhas sobre a Cândida albicans, popularmente conhecida como sapinho, comuns na boca, principalmente de bebês, e no peito de mães que estão amamentando, além disso, primeiro sintoma de portadores de HIV. Comparando a eficiência da matéria-prima com outros antibióticos, o resultado foi surpreendente. "O uso do extrato para combater esse fungo foi excelente e teve uma potência maior que os outros medicamentos usuais", conta o cirurgião dentista, professor e pesquisador da Faculdade de Odontologia da UFMG, Vagner Rodrigues dos Santos. Com o bom resultado da pesquisa, outro passo foi dado pelos pesquisadores que, depois de análises, levantaram uma suspeita: se a própolis é usada pelas abelhas para proteger as colméias contra invasão de outros corpos, sendo capaz de mumificá-los, a resina mata microorganismo.

Para constatar o que suspeitavam, eles começaram, em 2000, testes com seres humanos. O primeiro foi com pessoas com a Cândida albicans. "Cerca de 20 pacientes fizeram durante 10 dias o tratamento com o extrato, enquanto outros 15 utilizaram antibióticos comuns. Passado o prazo, 90% dos primeiros não tinham mais nada, o que não aconteceu com o outro grupo, que teve de continuar a medicação por mais cinco dias. Constatamos que a resina é até melhor", conclui. Em outra experiência, eles recolheram 1 miligrama da ...

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