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Clínica Odontológica Ji-Paraná, Rondônia

Encontre as clínicas odontológicas de Ji-Paraná. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Luiz Antônio Soares Zuim
(37) 3221-7809
Rua Minas Gerais 655 s 509
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Eduardo N Graziani
(35) 3731-2030
Rua Quirino Gonçalves Lopes 224
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Albertina R Tempesta
(65) 3661-2575
Rua C 29 qd 5
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ronaldo M Kihana
(42) 3277-1228
Av Laurindo Barbosa Macedo 966
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Débora A Anchieta
(79) 3205-2055
Av João Ribeiro 1388
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
AlexanRegina Marcotti
(43) 3426-2582
Rua Rio Tibagi 254
Ariquemes, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Airton B Parisotto
(49) 3322-4028
Rua Uruguai 180 E
Ariquemes, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Mariano Odontologia
(31) 3762-0649
Rua Benjamin Constant 388 ap 101
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Haas
(51) 3634-1299
Rua José Armindo Selbach 128 ap 201
Ariquemes, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Priscila Loss
(41) 3247-7939
Rua Ildefonso Stockler França 312 ap 1
Ariquemes, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
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Clínica Odontológica

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O mesmo inseto que produz uma das maiores fontes de cárie guarda o segredo para acabar com ela. O própolis, resina fabricada pelas abelhas para proteger as colméias, também é capaz de eliminar as bactérias que se alojam na boca do ser humano.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram nessa poderosa resina natural mais uma arma: a prevenção da cárie bucal e o estímulo à fabricação de saliva, que ajuda no tratamento de pessoas com câncer. O estudo é da Faculdade de Odontologia da UFMG e foi apresentado durante a Semana do Conhecimento e da Cultura da UFMG 2008. Se as pessoas a usam para cicatrização e inflamação, por que não testá-la nas doenças bucais? A pergunta foi o ponto de partida para o estudo sobre a própolis. Em 1996, o grupo de pesquisadores formado por alunos de mestrado em odontologia, iniciação científica e do curso de farmácia e física da universidade, recolheu cerca de 14 amostras do extrato da resina comercializados no mercado de Minas Gerais.

O primeiro teste, in vitro, descobriu o poder do produto das abelhas sobre a Cândida albicans, popularmente conhecida como sapinho, comuns na boca, principalmente de bebês, e no peito de mães que estão amamentando, além disso, primeiro sintoma de portadores de HIV. Comparando a eficiência da matéria-prima com outros antibióticos, o resultado foi surpreendente. "O uso do extrato para combater esse fungo foi excelente e teve uma potência maior que os outros medicamentos usuais", conta o cirurgião dentista, professor e pesquisador da Faculdade de Odontologia da UFMG, Vagner Rodrigues dos Santos. Com o bom resultado da pesquisa, outro passo foi dado pelos pesquisadores que, depois de análises, levantaram uma suspeita: se a própolis é usada pelas abelhas para proteger as colméias contra invasão de outros corpos, sendo capaz de mumificá-los, a resina mata microorganismo.

Para constatar o que suspeitavam, eles começaram, em 2000, testes com seres humanos. O primeiro foi com pessoas com a Cândida albicans. "Cerca de 20 pacientes fizeram durante 10 dias o tratamento com o extrato, enquanto outros 15 utilizaram antibióticos comuns. Passado o prazo, 90% dos primeiros não tinham mais nada, o que não aconteceu com o outro grupo, que teve de continuar a medicação por mais cinco dias. Constatamos que a resina é até melhor", conclui. Em outra experiência, eles recolheram 1 miligrama da ...

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