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Clínica Odontológica Infantil Ji-Paraná, Rondônia

Encontre as clínicas odontológicas infantis de Ji-Paraná. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Marcone César Ribeiro
(38) 3821-1983
Pc Dr Rômulo Sales Azevedo 56 an 3
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Maria e N M Oliveira
(83) 3246-6982
Av Juarez Távora 522 s 211
Ariquemes, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Leonardo Sento Se
(77) 3481-3090
Av Manoel Novaes s/n
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Francisco Benício Pereira
Av Assis Chateaubriand 457
Cacoal, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Fabrício Ruzzarin
(54) 3225-1017
Rua Visc de Pelotas 905 s 31
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ronaldo M Kihana
(42) 3277-1228
Av Laurindo Barbosa Macedo 966
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Cláudia Santos Medeiros Barbosa
(48) 3324-0091
Rua Pres Nereu Ramos 19 s 511
Ariquemes, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Giordano da Silva Finholdt
(64) 3623-5874
Rua Juca Bailão 961
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dilson Rodrigues Coelho
(65) 3549-2273
Av Mato Grosso 870
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Jonas Fábio Cipriani Aparelho Dentário
(32) 3273-1901
Av Cardoso Saraiva 480
Porto Velho, Rondônia
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Odontológica Infantil

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Ela acalma os bebês e dá sossego aos pais. Criada em 1949 pelos alemães Adolf Müller e Wilhelm Balters, a chupeta ortodôntica tem muitas razões para comemorar o aniversário de 60 anos.

 Alimento, calor e proteção. Tudo isso um bebê encontra no peito da mãe. E o que acontece quando ela não está por perto?   Longe do seio materno, a carência desses três itens gera um desconforto que os bebês expressam nas constantes choradeiras que atormentam os pais ao longo dos primeiros meses de vida. É por isso que existe a chupeta. Escavações na Itália, no Chipre e na Grécia sugerem que, há mais de 3 mil anos, a humanidade já buscava alternativas para tranqüilizar as crianças, mantendo-as ocupadas com algo que pudessem sugar enquanto o peito da mãe não estivesse disponível.

No Antigo Egito, os objetos dados aos pequenos da época eram simples figuras de animais feitas com barro e adoçadas com mel. Mais tarde, tornou-se comum mergulhar linho grosso em mel, leite, extrato de papoulas, conhaque ou em láudano, um medicamento feito à base de ópio, antes de levá-los à boca das criancinhas. Como se nota, a idéia da chupeta já é antiga, mas o conceito do formato atual, com bico, escudo e argola, surgiu apenas no século 19, acabando, então, com o risco de que bebês engasgassem ou mesmo engolissem esses objetos.

Debate sobre vantagens e desvantagens

Apesar da grande evolução por que passou o produto, o substituto para o peito materno ainda estava longe do ideal. Feito à base de borracha, o bico ainda era muito duro e também podia ser tóxico. Mães e profissionais da área de saúde seguiram, portanto, debatendo as vantagens e desvantagens do hábito de sucção desses materiais. O problema de banir os "brinquedos calmantes" era que os bebês passavam naturalmente a chupar o polegar. Em meados do século 20, o dentista alemão Adolf Müller concluiu que chupar o dedo por muito tempo também não era bom, já que o hábito causa má formação dos dentes - o que não acontece com a amamentação.

Em 1949, Müller criou, com a ajuda do ortodontista compatriota Wilhelm Balters, um objeto que eles chamaram de "chupeta calmante ortodôntica", um nome que soa ainda mais complicado em alemão: "kiefergerechter Beruhigungssauger". Foi assim que surgiu a chupeta moderna, com bico feito de látex ou silicone e modelado de tal forma que os movimentos de sucção de um bebê se assemelhem aos que eles fazem no peito da mãe. A invenção alemã faz sucesso há seis décadas, mas o professor de Fonoaudiologia Heinrich Pfaar diz que nem tudo é motivo de festa. Um dos problemas vistos por ele é o antigo costume de dar sabor ao objeto de sucção. "Ainda hoje, algumas pessoas freqüentemente mergulham a chupeta no mel ou passam um pouco de geléia ou alguma outra coisa nela, o que leva ao surgimento de cáries", explica o profe...

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