Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Clínica Odontológica Infantil Caririaçu CE

Encontre as clínicas odontológicas infantis de Caririaçu. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

José Juceli de Lima
(38) 3221-4302
Rua Camilo Prates 161
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Sandra Augusta de Moura Leite
(98) 3227-2647
Av Cel Colares Moreira 444 s 228b
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ana L Almeida
(27) 3329-7219
Av Resplendor s/n
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Armando Enrique Alegria Chacon
(92) 3238-8101
Av Constantino Nery 2789 an 2 sl 207
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Cristiane Bittencourt
Av Beira Rio 498
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Josiane Figueredo Chaves
(21) 2656-6809
Rua S João Batista 383
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Nayara Rocha Lima
(87) 3851-1475
Av José Gomes Avelar 404
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Joaquim Brandão Neto
Rua Antônio Maria Coelho 5027
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ana M Machado
(79) 3214-4094
Rua Pacatuba 254 s 414
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
João Rui Schwanke
(53) 3225-8825
Rua Mal Deodoro 541
Juazeiro Do Norte, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Odontológica Infantil

Fornecido por: 

Ela acalma os bebês e dá sossego aos pais. Criada em 1949 pelos alemães Adolf Müller e Wilhelm Balters, a chupeta ortodôntica tem muitas razões para comemorar o aniversário de 60 anos.

 Alimento, calor e proteção. Tudo isso um bebê encontra no peito da mãe. E o que acontece quando ela não está por perto?   Longe do seio materno, a carência desses três itens gera um desconforto que os bebês expressam nas constantes choradeiras que atormentam os pais ao longo dos primeiros meses de vida. É por isso que existe a chupeta. Escavações na Itália, no Chipre e na Grécia sugerem que, há mais de 3 mil anos, a humanidade já buscava alternativas para tranqüilizar as crianças, mantendo-as ocupadas com algo que pudessem sugar enquanto o peito da mãe não estivesse disponível.

No Antigo Egito, os objetos dados aos pequenos da época eram simples figuras de animais feitas com barro e adoçadas com mel. Mais tarde, tornou-se comum mergulhar linho grosso em mel, leite, extrato de papoulas, conhaque ou em láudano, um medicamento feito à base de ópio, antes de levá-los à boca das criancinhas. Como se nota, a idéia da chupeta já é antiga, mas o conceito do formato atual, com bico, escudo e argola, surgiu apenas no século 19, acabando, então, com o risco de que bebês engasgassem ou mesmo engolissem esses objetos.

Debate sobre vantagens e desvantagens

Apesar da grande evolução por que passou o produto, o substituto para o peito materno ainda estava longe do ideal. Feito à base de borracha, o bico ainda era muito duro e também podia ser tóxico. Mães e profissionais da área de saúde seguiram, portanto, debatendo as vantagens e desvantagens do hábito de sucção desses materiais. O problema de banir os "brinquedos calmantes" era que os bebês passavam naturalmente a chupar o polegar. Em meados do século 20, o dentista alemão Adolf Müller concluiu que chupar o dedo por muito tempo também não era bom, já que o hábito causa má formação dos dentes - o que não acontece com a amamentação.

Em 1949, Müller criou, com a ajuda do ortodontista compatriota Wilhelm Balters, um objeto que eles chamaram de "chupeta calmante ortodôntica", um nome que soa ainda mais complicado em alemão: "kiefergerechter Beruhigungssauger". Foi assim que surgiu a chupeta moderna, com bico feito de látex ou silicone e modelado de tal forma que os movimentos de sucção de um bebê se assemelhem aos que eles fazem no peito da mãe. A invenção alemã faz sucesso há seis décadas, mas o professor de Fonoaudiologia Heinrich Pfaar diz que nem tudo é motivo de festa. Um dos problemas vistos por ele é o antigo costume de dar sabor ao objeto de sucção. "Ainda hoje, algumas pessoas freqüentemente mergulham a chupeta no mel ou passam um pouco de geléia ou alguma outra coisa nela, o que leva ao surgimento de cáries", explica o profe...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb