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Clínica Odontológica Fortaleza, Ceará

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Dr Andrade Neto
(85) 3088-3305
Rua João Carvalho, 300
Fortaleza, Ceará
 
Sônia Maria Parente Coutinho
(71) 3341-5024
Av Tancredo Neves 1632 sl 802
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Neide Gonçalves de Freitas
(21) 2593-4941
Rua Manuela Barbosa 1 s 501
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Soraya Esper
(45) 3522-2003
Rua Pe Bernardo Plate 868
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Sebastiao Dos Reis Alves
(64) 3603-1836
Av Goiás 175
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Sheyla Bertella
(46) 3242-1091
Av 15 Novembro 590 s 101
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Antônio Carlos Freitas
(75) 3623-8351
Rua Br do Rio Branco 882 an 1 sl 106
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Nilton da Silveira Borges
(62) 3251-1502
Av D Q K10 870 lt 5
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Dr Cláudio Muller
(85) 3267-7788
Avenida Dom Luís, 1233 - 8º s 811
Fortaleza, Ceará
 
José Maria Costa Bastos
(82) 3221-3954
Rua Dr Luiz Pontes Miranda 42 s 206
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Odontologia

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Clínica Odontológica

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O mesmo inseto que produz uma das maiores fontes de cárie guarda o segredo para acabar com ela. O própolis, resina fabricada pelas abelhas para proteger as colméias, também é capaz de eliminar as bactérias que se alojam na boca do ser humano.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram nessa poderosa resina natural mais uma arma: a prevenção da cárie bucal e o estímulo à fabricação de saliva, que ajuda no tratamento de pessoas com câncer. O estudo é da Faculdade de Odontologia da UFMG e foi apresentado durante a Semana do Conhecimento e da Cultura da UFMG 2008. Se as pessoas a usam para cicatrização e inflamação, por que não testá-la nas doenças bucais? A pergunta foi o ponto de partida para o estudo sobre a própolis. Em 1996, o grupo de pesquisadores formado por alunos de mestrado em odontologia, iniciação científica e do curso de farmácia e física da universidade, recolheu cerca de 14 amostras do extrato da resina comercializados no mercado de Minas Gerais.

O primeiro teste, in vitro, descobriu o poder do produto das abelhas sobre a Cândida albicans, popularmente conhecida como sapinho, comuns na boca, principalmente de bebês, e no peito de mães que estão amamentando, além disso, primeiro sintoma de portadores de HIV. Comparando a eficiência da matéria-prima com outros antibióticos, o resultado foi surpreendente. "O uso do extrato para combater esse fungo foi excelente e teve uma potência maior que os outros medicamentos usuais", conta o cirurgião dentista, professor e pesquisador da Faculdade de Odontologia da UFMG, Vagner Rodrigues dos Santos. Com o bom resultado da pesquisa, outro passo foi dado pelos pesquisadores que, depois de análises, levantaram uma suspeita: se a própolis é usada pelas abelhas para proteger as colméias contra invasão de outros corpos, sendo capaz de mumificá-los, a resina mata microorganismo.

Para constatar o que suspeitavam, eles começaram, em 2000, testes com seres humanos. O primeiro foi com pessoas com a Cândida albicans. "Cerca de 20 pacientes fizeram durante 10 dias o tratamento com o extrato, enquanto outros 15 utilizaram antibióticos comuns. Passado o prazo, 90% dos primeiros não tinham mais nada, o que não aconteceu com o outro grupo, que teve de continuar a medicação por mais cinco dias. Constatamos que a resina é até melhor", conclui. Em outra experiência, eles recolheram 1 miligrama da ...

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