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Clínica Odontológica Abaetetuba, Pará

Encontre as clínicas odontológicas de Abaetetuba. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Santana Maria Rodrigues de Miranda
(91) 3244-3865
Av Pedro Miranda 814 s 204
Marabá, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ana Paula Dantas Amaral
(31) 3261-1844
Av Brasil 1831 sl 807
Santarem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Marcelo Schoenardie
(54) 3219-3059
Av Júlio Castilhos 1051 s 44
Belem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Vera Maria Rocha
(71) 3353-3694
Rua Altino Serbeto Barros 119
Belem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
José dos Santos Rodrigues Filho
(91) 3744-1719
Av Francisco Amâncio 1105
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Marcello Paschoal de Barros Antunes
(21) 2274-0397
Av Ataulfo Paiva 135 s 814
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Consultório Dentária da Maria Aparecida Lira da Si
(24) 3342-1178
Rua 25 A 23 s 311
Belo Horizonte, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
José Izidoro do Couto
(31) 3224-0465
Av Afonso Pena 748 sl 1903
Santarem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Oleneva C B Soares
(48) 3525-9480
Est Geral Mro Chato s/n
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Carlos J Passos
(34) 3241-3200
Rua Rodolfo Paixão 75
Belem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
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Clínica Odontológica

Fornecido por: 

O mesmo inseto que produz uma das maiores fontes de cárie guarda o segredo para acabar com ela. O própolis, resina fabricada pelas abelhas para proteger as colméias, também é capaz de eliminar as bactérias que se alojam na boca do ser humano.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram nessa poderosa resina natural mais uma arma: a prevenção da cárie bucal e o estímulo à fabricação de saliva, que ajuda no tratamento de pessoas com câncer. O estudo é da Faculdade de Odontologia da UFMG e foi apresentado durante a Semana do Conhecimento e da Cultura da UFMG 2008. Se as pessoas a usam para cicatrização e inflamação, por que não testá-la nas doenças bucais? A pergunta foi o ponto de partida para o estudo sobre a própolis. Em 1996, o grupo de pesquisadores formado por alunos de mestrado em odontologia, iniciação científica e do curso de farmácia e física da universidade, recolheu cerca de 14 amostras do extrato da resina comercializados no mercado de Minas Gerais.

O primeiro teste, in vitro, descobriu o poder do produto das abelhas sobre a Cândida albicans, popularmente conhecida como sapinho, comuns na boca, principalmente de bebês, e no peito de mães que estão amamentando, além disso, primeiro sintoma de portadores de HIV. Comparando a eficiência da matéria-prima com outros antibióticos, o resultado foi surpreendente. "O uso do extrato para combater esse fungo foi excelente e teve uma potência maior que os outros medicamentos usuais", conta o cirurgião dentista, professor e pesquisador da Faculdade de Odontologia da UFMG, Vagner Rodrigues dos Santos. Com o bom resultado da pesquisa, outro passo foi dado pelos pesquisadores que, depois de análises, levantaram uma suspeita: se a própolis é usada pelas abelhas para proteger as colméias contra invasão de outros corpos, sendo capaz de mumificá-los, a resina mata microorganismo.

Para constatar o que suspeitavam, eles começaram, em 2000, testes com seres humanos. O primeiro foi com pessoas com a Cândida albicans. "Cerca de 20 pacientes fizeram durante 10 dias o tratamento com o extrato, enquanto outros 15 utilizaram antibióticos comuns. Passado o prazo, 90% dos primeiros não tinham mais nada, o que não aconteceu com o outro grupo, que teve de continuar a medicação por mais cinco dias. Constatamos que a resina é até melhor", conclui. Em outra experiência, eles recolheram 1 miligrama da ...

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