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Clínica Odontológica Abaetetuba, Pará

Encontre as clínicas odontológicas de Abaetetuba. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Jaime Rodrigues de Aguilar
(38) 3221-9212
Rua Irmã Beata 200 s 207
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Jander Santos Pedroso
(31) 3391-6594
Rua Rio Mantiqueira 618
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Márcio T Matsunaga
(61) 3351-0039
C 7 Lote 11 lt 10 s 103
Belem, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Marta Rosenberg Drª
(21) 2714-5814
Rua Cel Moreira César 229 Sl 1115
Marabá, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Oleneva C B Soares
(48) 3525-9480
Est Geral Mro Chato s/n
Porto Alegre, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Carlos Alberto Monteiro Borges
(21) 2592-6834
Rua Dias Cruz 215 s 806
Belo Horizonte, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Ricardo Cabral Pereira
(35) 3526-2008
Rua Rio Negro 242
Marabá, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Virgílio Afonso Pereira
(38) 3721-1066
Rua Cel Levindo Augusto Pereira 72 s 118
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Elton Consultório Odontológico
(31) 3542-6103
Rua Melo Viana 285 an 2 sl 6
Marabá, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
Luiz Ricardo Neves de Andrade
(21) 2591-9497
Rua Constânça Barbosa 188 s 304
Rio de Janeiro, Pará
Especialidade
Odontologia

Dados Divulgados por
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Clínica Odontológica

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O mesmo inseto que produz uma das maiores fontes de cárie guarda o segredo para acabar com ela. O própolis, resina fabricada pelas abelhas para proteger as colméias, também é capaz de eliminar as bactérias que se alojam na boca do ser humano.

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) encontraram nessa poderosa resina natural mais uma arma: a prevenção da cárie bucal e o estímulo à fabricação de saliva, que ajuda no tratamento de pessoas com câncer. O estudo é da Faculdade de Odontologia da UFMG e foi apresentado durante a Semana do Conhecimento e da Cultura da UFMG 2008. Se as pessoas a usam para cicatrização e inflamação, por que não testá-la nas doenças bucais? A pergunta foi o ponto de partida para o estudo sobre a própolis. Em 1996, o grupo de pesquisadores formado por alunos de mestrado em odontologia, iniciação científica e do curso de farmácia e física da universidade, recolheu cerca de 14 amostras do extrato da resina comercializados no mercado de Minas Gerais.

O primeiro teste, in vitro, descobriu o poder do produto das abelhas sobre a Cândida albicans, popularmente conhecida como sapinho, comuns na boca, principalmente de bebês, e no peito de mães que estão amamentando, além disso, primeiro sintoma de portadores de HIV. Comparando a eficiência da matéria-prima com outros antibióticos, o resultado foi surpreendente. "O uso do extrato para combater esse fungo foi excelente e teve uma potência maior que os outros medicamentos usuais", conta o cirurgião dentista, professor e pesquisador da Faculdade de Odontologia da UFMG, Vagner Rodrigues dos Santos. Com o bom resultado da pesquisa, outro passo foi dado pelos pesquisadores que, depois de análises, levantaram uma suspeita: se a própolis é usada pelas abelhas para proteger as colméias contra invasão de outros corpos, sendo capaz de mumificá-los, a resina mata microorganismo.

Para constatar o que suspeitavam, eles começaram, em 2000, testes com seres humanos. O primeiro foi com pessoas com a Cândida albicans. "Cerca de 20 pacientes fizeram durante 10 dias o tratamento com o extrato, enquanto outros 15 utilizaram antibióticos comuns. Passado o prazo, 90% dos primeiros não tinham mais nada, o que não aconteceu com o outro grupo, que teve de continuar a medicação por mais cinco dias. Constatamos que a resina é até melhor", conclui. Em outra experiência, eles recolheram 1 miligrama da ...

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