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Clínica Neurológica Sooretama ES

Encontre as clínicas neurológicas de Sooretama. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Alceu de Azevedo Falcao Neto
(27) 3225-6224
Av. Ns. da Penha 367
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Alfredo Silbermann Medicina Nuclear
273-3155
R Jose Teixeira 300 - Junto a Vila Diagnostico
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Lilian Rodrigues Leitao
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Fonoaudioogia domiciliar/hospitalar
(27) 3039-9698
Jardim da Penha
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Fonoaudiologia-Disfagia-Motricidade Oral-Hospitalar

Clínica Santa Helena de Saúde Ltda
(27) 3227-5381
r Soído,Alm, 50, Praia de Sta Helena
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Henrique Tomasi Anal Clin Pat
Vitoria, Espírito Santo
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Elielson Francisco Costa
Rua Alvaro Antolini 40
Colatina, Espírito Santo
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
CDI - Centro de Diagnóstico por Imagem
(27) 3334-1313
r José Teixeira, 509, Pr do Canto
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Cliar - Clínica de Aparelho Respiratório
(27) 3225-6518
r Leocádia Pedra dos Santos, 130, Enseada do Suá
Vitória, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Dr. Ronney Antonio Guimarães
21210243 21210255 92435268
Rua Castelo Branco, 676 Praia da Costa
Vila Velha, Espírito Santo
Especialidade
Ginecologia Obstetrícia Mastologia

Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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