Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Clínica Neurológica Santana, Amapá

Encontre as clínicas neurológicas de Santana. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Joana Silva Carvalho/Hemodiagnostico
700-0705
Av. Coaracyunes 890
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
José Carlos Esteves Gondim
(96) 3217-2200
Av. Raimundo Alvares da Costa 0000 - Posto da UNIMED
Macapa, Amapá
Especialidade
Administração em Saúde

Dados Divulgados por
Corpus Diagnostico Medicos
(96) 3223-1177
av Procópio Rola, 104 Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
R. S. Amorim - Me
(96) 3217-0333
av Mendonça Júnior, 543, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Sociedade Beneficiente Mae Luzia S/c Ltda
(96) 3224-3293
r Rondon,Gal, 577, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Paulo Roberto Balbino
(96) 3223-0737
Avenida 13 - de Setembro 543
Macapa, Amapá
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
S C da Silva Lab Diagnose
(96) 223-4554
Av Raimundo a da Costa 336
Macapa, Amapá
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Clínica Santa Rita Ltda
(96) 3222-5699
av José Antônio Siqueira, 751, Laguinho
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
M. T. R. Goncalves - Me
(96) 3222-2360
av FAB, 1835, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Paranhos & Vancan Fisioterapia e Odontologia Ltda
(96) 3223-8754
av Coriolano Juca, 265, Als, Central
Macapá, Amapá

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

Fornecido por: 

Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb