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Clínica Neurológica Lavras, Minas Gerais

Encontre as clínicas neurológicas de Lavras. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Marcelo Salomao Bechara
323-2159
Rua Santo Antonio 1500 - 801
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Marcilene Coelho
3352-0792
R Inglaterra 681 - Sala 101 102
Contagem, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Jose Carlos Lassi Caldeira
(31) 3241-6826
Av dos Andradas 2287 - 2º Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Luiz Antônio Avelar
(32) 3216-8080
Av. Rio Branco 2679 - 106
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Francisco Ricardo Gomes Bueno
329-2664
R Timbiras 3156 - 1 Andar
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Monica Maria Demas Alvares Cabral
3248-9750
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
LUCIANA MARQUES DA COSTA
25527706
Rua São Paulo893 sala 706
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Sonia Maria Neumann Cupolilo
323-2152
Av Rio Branco 2986 - Terreo
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Eduardo Zaguetto Nocera
323-2156
Av Rio Branco 2288 - 401 e 507
Juiz de Fora, Minas Gerais
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Rosangela Fatima Di Lorenzo Pires
324-8960
Av Professor Alfredo Balena 190
Belo Horizonte, Minas Gerais
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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