Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Clínica Neurológica Gurupi TO

Encontre as clínicas neurológicas de Gurupi. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Manoel Divino de Assis
(63) 3215-5544
Av. Jk 106 Norte 16 - Sala 101
Palmas, Tocantins
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Hospital Dom Oriente
(63) 3411-8787
av Con João Lima Q XX, 1622
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
PALMAS MEDICAL CENTER
(63) 3225-3114
401 SUL
PALMAS, Tocantins
Especialidade
ALERGIA

Dra. Mariana Mendes dos Santos
(63) 9216-9805
Espaço Médico Empresarial - Av. Teotônio Segurado
Palmas, Tocantins
Especialidade
Fisioterapeuta - Dermato-funcional e ONCOLOGIA

Carina Amaral Salerno
(63) 3435-1171
r José de Brito Soares, 631, Sl 1, St Anhangüera
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
VACINACLEAN
(063) 3412-1418
AV. MARGINAL NEBLINA, Nº 300 - SALA 02- 2º PISO- CENTRO MEDICO D. DORCELINA
ARAGUAINA, Tocantins
 
Clínica Vital
(63) 3412-5652
Rua Primeiro de Janeiro, 1643, Centro
Araguaína, Tocantins
Especialidade
Dermatologista

Hospital de Fraturas
(63) 3421-2538
r Caracas Q 23, 500 lt 1
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Hospital e Maternidade
(63) 3411-8787
r D Orione, 100
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Centro Medico Popular Ltda
(63) 3415-2064
r Sadoc Correia, 561, St Central
Araguaina, Tocantins

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

Fornecido por: 

Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb