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Clínica Neurológica Criciúma, Santa Catarina

Encontre as clínicas neurológicas de Criciúma. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Fabio Coelho
(48) 3438-2964
Rua Cel. Pedro Benedet Nº505 sala 703
Criciuma, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Interna

Dados Divulgados por
Jose Maria Soares Filho
3223-3073
Rua Alvaro de Carvalho 267 - 301
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Francisco Salvador Brod Lino
(47) 3336-4660
Rua Capitão Santos 75
Blumenau, Santa Catarina
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Léo Meyer Coutinho
(48) 3223-1317
Rua José Boiteux 34 - Casa
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Isabela Machado Barbosa David
(48) 3225-9169
Rua Menino Deus 63 - Sala 416 - Bloco a
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Luis Freyesleben Ferreira
3222-9147
Rua Menino Deus 376
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Joao Nilson Zunino
322-4879
Rua Dom Joaquim 660
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Moacir de Freitas Toledo
(47) 3026-2139
Rua Rodeio 53 - Referênica: Vindo Pela Rua Iririú - Direção Centro Entre na
Joinville, Santa Catarina
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Jose Caldeira Ferreira Bastos
3222-3032
Rua Pres Coutinho 197
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Margareth Bruggemann
3324-1100
Rua Angelo La Porta 64
Florianopolis, Santa Catarina
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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