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Clínica Neurológica Camaragibe, Pernambuco

Encontre as clínicas neurológicas de Camaragibe. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Marilea de Lima Guimaraes
Rua Tabira 229
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Ana Tereza da Costa Albuquerque
322-1067
R. Estado do Israel 2621
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Lourdes Cariri Chalegre de Almeida
3222-5039
Av.Joao de Barros 819 - Boa Vista Recife
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Neap-Nucleo Especializado em Anatomia Patologia
Av Portugal 163
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Ana Paula Ferreira de Souza Leao
322-2232
R. Feliciano Gomes 342
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Ana Maria Vanderlei
3465-9465
Av. Engenheiro Domingos Ferreira 636
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Geraldo Dantas Alves
(81) 3421-2326
Rua Francisco Alves 325 - Sala 504
Recife, Pernambuco
Especialidade
Medicina Legal

Dados Divulgados por
Roberto Tabosa Florencio
Rua Henrique Dias 158
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Monalisa Espíndola
(81) 3082-9429
Av. João de Barros 50 - Centro Diagnóstico Lucilo Ávila Jr.
Recife, Pernambuco
Especialidade
Terapias Complementares e Alternativas

Dados Divulgados por
Maria da Conceicao Tavares Pessoa
Av Domingos Ferreira 636 - Sala 611
Recife, Pernambuco
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

Fornecido por: 

Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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