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Clínica Neurológica Arapiraca, Alagoas

Encontre as clínicas neurológicas de Arapiraca. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Marlon Roberio Goncalves Fernandes
(08) 2521-2566
Rua Sao Francisco 470
Arapiraca, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
João Manoel Veras Vieira
(82) 3377-1911
Av. João Davino 799
Maceio, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Vivianne Rocha de Santa Rosa
(82) 3355-8012
R Artur Bulhoes 93
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Otavio Cristiano Leite Cavalcante
(82) 3337-3191
Rua José Freire Moura 235 - 104
Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Martins Pinto
(08) 2221-9311
Rua Buarque de Macedo 576
Maceio, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Marlon Roberio Goncalves Fernandes
(08) 2521-2566
Rua Sao Francisco 470
Arapiraca, Alagoas
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Adeisa Maria Toledo Lyra
(82) 3305-5025
Av Governador Osman Loureiro 49 - Sala 309Centro Empres. Bussiness Tower
Maceio, Alagoas
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Lucia Coelho Xavier
822-1217
Av Comendador Gustavo Paiva 2990 - Centro Medico Iguatemi
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Thais de Paiva Torres Cardoso
(82) 3336-5957
R Goncalves Dias 207
Maceio, Alagoas
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Marshal Italo Barros Fontes
Rua Prof. Silveira Camerino 1065
Maceio, Alagoas
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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