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Clínica Neurológica Aracaju, Sergipe

Encontre as clínicas neurológicas de Aracaju. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Menilson Menezes
(79) 3216-1480
Rua Frei Paulo 331
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Vania Maria Menezes de Andrade Franca
(79) 3213-7590
Rua Vila Cristina 288 - Gma
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Licia de Souza Visnienski
(79) 3246-4873
Rua Guilhermino Rezende 423
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Almiro Alves de Oliva Sobrinho
(79) 3214-0819
R Construtor Joao Alves 198
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Carlos Henrique da Paixao Morais
(79) 2107-6464
Av Goncalo Rolemberg Leite 1490 - 4º Andar
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Maria Jose Machado
(79) 3214-0680
Rua Monsenhor Silveira 342
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Nadja Faro Batinga
(79) 3213-7590
Rua Vila Cristina 288 - Gma
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Amalia Moreira Fernandes
(79) 3214-4662
R Santa Luzia 575 - Sala 01
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Leila Nacer de Oliveira
(79) 3211-2165
R Silveiramonsenhor 412
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Jose Augusto Soares Barreto Filho
(79) 3213-7555
Av Goncalo Prado Rolemberg 211 - Sala 202
Aracaju, Sergipe
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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