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Clínica Neurológica Aquiraz CE

Encontre as clínicas neurológicas de Aquiraz. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Giovani Magalhaes Martins
3293-1268
Rod Doutor Mendel Steinbruch 3999
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Jose Roosevelt Cavalcante
3261-2670
Av Sen. Virgilio Tavora 1901
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Raimundo Renan Goncalves Ribeiro
3212-0369
Av Imperador 162
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Maria do Perpetuo S S da Cunha
3486-6165
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Maria Leides P Albuquerque
3279-5028
R Alice 425
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Luciana Gomes da R Arruda
3272-6414
Av Pontes Vieira 2591
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Erlane Marques Ribeiro
(85) 3244-7899
R. Des. Leite Albuquerque 158 - Aldeota
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Ana Maria Medeiros L Melo
3261-9317
Av Santos Dumont 2626
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Adriana Alencar Araujo
3288-4494
R Papi Junior 1222
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Francisco Jose Nunes Candido
3261-7557
R Coronel Linhares 950
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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