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Clínica Neurológica Aparecida de Goiânia, Goiás

Encontre as clínicas neurológicas de Aparecida de Goiânia. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Mauricio Sergio Brasil Leite
(62) 3224-6683
R 9 a Sl 141 - Lab Biocito
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Gustavo Gabriel Rassi
(62) 3230-1000
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Rosa Christina a Figueiredo
(62) 3541-6022
Goiania, Goiás
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Susana Bernardes da Silva
(62) 3572-9071
Rua 68 70
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Siderley de Souza Carneiro
(62) 3237-1700
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Humberto Borges Barbosa
(62) 3248-2859
Rua Gurupi Qd25 Lt6/8 000 - 1º Andar
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Marise Amaral Reboucas Moreira
(62) 3230-1050
Aparecida de Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Claudiane Martins de Oliveira
(62) 3213-1616
R 9 - a 447 Lapaci
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Marisa Dell Eugenio Costa
(62) 3941-8484
R Dr Olinto Manso Pereira 51 - Scientia Med Lab
Goiania, Goiás
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Jader Leonel de Paula
(62) 3242-0038
Al Cel Joaquim Bastos 20 - Femina Maternidade
Goiania, Goiás
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
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Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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