Quer ser nosso colaborador? Envie seu texto e fotos para nosso e-mail.

Clínica Neurológica Almirante Tamandaré, Paraná

Encontre as clínicas neurológicas de Almirante Tamandaré. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Affonso Coelho
(41) 3222-4896
Av Marechal Floriano Peixoto 228 - Cj 604
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Analisa Lab. de Anal. Clinicas
(41) 3015-1816
Rua Padre Ildefonso 58
Curitiba, Paraná
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Paulo Renato Calliari
(41) 3224-3346
R. Lourenço Pinto 196 - Cj 802
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Tráfego

Dados Divulgados por
Cintimagem Clin. de Medicina Nuclear
(41) 3259-6620
Av. Iguacu 1236
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Renato da Silva Freitas
(41) 3335-7474
R. Solimões 1154 Merces
Curitiba, Paraná
Especialidade
Cirurgia Cranio-Maxilo-Facial

Dados Divulgados por
Carlos Augusto Villegas Chirinos
(41) 3335-1216
Rua Jacarezinho 394 (Ao lado da Torre da Oi)
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
Salmo Raskin
(41) 3306-6838
Rua Saldanha Marinho 1782
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Champagnat Clin. e Lab.
(41) 3335-5252
Rua Des. Isaias Bevilaqua 512
Curitiba, Paraná
Especialidade
Genética Médica

Dados Divulgados por
Iara Rute Correa Duarte
(45) 9933-0288
Rua das Palmas 188 - Jardim das Flores
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina de Família e Comunidade

Dados Divulgados por
Claudio Tacashi Takada
(41) 9157-2909
Av: João Gualberto 1988
Curitiba, Paraná
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

Fornecido por: 

Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

Clique aqui para ler este artigo em O Debate

Copyright © 2013 Todos os direitos reservados.
UaiWeb