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Clínica Neurológica Alcântara MA

Encontre as clínicas neurológicas de Alcântara. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

Ibraim Almeida Filho
(98) 3231-3717
Apicum 103 - Centro Médico
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Policlinica Santa Beatriz Ltda
(98) 3221-2250
r Norte, 252, Centro
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Nesmel - Neurocirugia e Servicos Medicos Ltda
(98) 3227-4360
av Sambaquis, 28, Qd 2, Calhau
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Clinica Sao Rafael Ltda
(98) 3238-1552
r Quatorze, 12, Areinha
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Cmo - Centro de Medicina Ocupacional Ltda
(98) 3243-1528
av Getúlio Vargas, 90, Monte Castelo
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Icem-Instituto de Cirurgia e Endoscopia
(98) 3232-3011
Rua dos Afogados 241
Sao Luis, Maranhão
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Anderson Seabra da Paixao
(98) 3088-0345
av Jerônimo de Albuquerque, 6, Lj 3 Qd 16, Cohafuma
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Soneuro Ltda
(98) 3222-8201
r Passeio, 365, Centro
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Ultra Medical - Servicos Medicos Ltda
(98) 3248-0368
r Imperatriz, 16, Qd 52 Jardim Eldorado, Jd Eldorado
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
Neuroimagens Ltda
(98) 3236-1121
av Jerônimo de Albuquerque Maranhão, 540, Forquilha
São Luís, Maranhão

Dados Divulgados por
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Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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