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Clínica Neurológica Alagoinhas, Bahia

Encontre as clínicas neurológicas de Alagoinhas. Conheça os profissionais especializados desta área em sua região, aproveite e leia nossos artigos com tutoriais, dicas e informações relevantes sobre este assunto.

João Lúcio Ribeiro Cruz
(75) 3422-2010
Praca Ruy Barbosa 143
Alagoinhas, Bahia
Especialidade
Patologia

Dados Divulgados por
Grayson Amorim Tenorio
(75) 3421-1474
Rua Marechal Deodoro
Alagoinhas, Bahia
Especialidade
Foniatria

Dados Divulgados por
Dorileide Loula N de Paula
(71) 3350-6184
Citopatologia Ginecologia e Obstetrícia
Salvador, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Wellington Santos Vigas
(71) 3362-9542
R Hélio Machado 22 - S/D
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Paulo Mattos Sanjuan
(71) 3353-6222
Av Acm 585 - Centro Médico Louis Pasteur - S/103
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Estetica

Dados Divulgados por
O Bioquimico Diagnostico Laboratorial
(75) 3422-1333
Rua Vinte e Quatro de Maio 258 - Casa
Alagoinhas, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Jurandir Lopes Carneiro
(75) 3262-3412
Conceicao Do Coite, Bahia
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

Dados Divulgados por
Edmario Guimaraes Costa =Cnen Af=
(71) 2104-2020
Salvador, Bahia
Especialidade
Medicina Nuclear

Dados Divulgados por
Nelson Salles Neto
(71) 3378-3566
Rua Jose Ernesto dos Santos 01 01 - Sala 101
Lauro de Freitas, Bahia
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Lucio Couto de Oliveira Junior
(75) 3614-7368
Av. Getúlio Vargas 1186
Feira de Santana, Bahia
Especialidade
Medicina Intensiva

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Clínica Neurológica

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Estudo feito pelo neurologista Abouch Krymchantowski sugere que pessoas com enxaqueca podem apresentar um aumento da freqüência de crises, além de modificações nos efeitos colaterais, após a substituição do medicamento de marca pelo genérico.

Para chegar a essa conclusão, publicada na Revista Brasileira de Neurologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) em agosto deste ano, o médico acompanhou um de seus pacientes e suas reações clínicas a duas versões do princípio ativo topiramato, a droga de marca e a genérica. Para quem se adianta e acredita que a amostra pesquisada - um paciente apenas - é insuficiente para levantar polêmica e questionar a eficácia dos genéricos, o médico Abouch cita outros motivos que o levam a não receitar as versões de remédio mais baratas a seus pacientes.

"Eu não contra-indico genéricos apenas pelas evidências de um caso. Tomei essa atitude, porque a minha experiência diz que o remédio de marca funciona melhor. Além disso, a literatura médica internacional oferece um respaldo a esse meu achado com estudos semelhantes sobre epilepsia", explica o neurologista. Segundo a assessoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o órgão garante a bioequivalência de todos os medicamentos genéricos vendidos no Brasil, que recebem o registro no Ministério da Saúde. Ou seja, que essas versões apresentam as mesmas fórmulas e indicação terapêutica que seu equivalente de marca. Os médicos, porém, têm autonomia para prescrever o que quiserem.

O médico Abouch rebate e diz que não é a bioequivalência que está em discussão, mas sim o resultado provocado pelos genéricos. "Não adianta só testar a semelhança dos medicamentos em laboratórios, é preciso acompanhar o que acontece depois nos pacientes. A bioequivalência não é o mesmo que eficácia idêntica", afirma. De acordo com Deusvenir Carvalho, professor de Neurologia e chefe do setor de cefaléia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a metodologia da Anvisa para testar a bioequivalência não é totalmente segura. "Não basta ser bioequivalente, há uma série de outras qualidades farmacológicas que são necessárias. As pesquisas feitas in vitro (no laboratório) precisariam ser estendidas com maior rigor a outros aspectos das drogas", esclarece o professor, destacando a importância do acompanhamento clínico de cada caso.

E mesmo se fosse necessário somente o perfil bioquevalente dos medicamentos, esse quesito já abriria margem para discussões. Segundo Carvalho, legalmente é exigida uma bioequivalência entre 80% e 125%. "Essa janela pode fazer a diferença, principalmente em casos de doenças crônicas, que exigem um desempenho constante do medicamento", afirma, se referindo a trocas de remédios durante um tratamento. A polêmica é levantada no próprio site da Anvisa, onde está registrado que: "a bioequivalência, na gr...

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